1º Sapato – Nem sempre culpámos os outros...
Nunca vos aconteceu sentirem-se culpados?
Arrependerem-se logo a seguir a uma atitude insensata ou uma frase precipitada?
Às vezes tenho dificuldade em adormecer e penso com insistência:
“Se soubesse não teria dito...” “Se pudesse não teria feito...”
Não é necessário apregoar os nossos defeitos. A consciência encarrega-se dessa tarefa.
O arrependimento é coisa que existe e é consequência da culpa.
2º Sapato – É dado adquirido que o sucesso não é sinónimo de trabalho...
Quem não verificou através da experiência que este sapato é real?
Com o devido respeito, o trabalho será sempre uma forma de realização e de satisfação pessoal, tornando-se uma via de sucesso apenas quando associado a um conjunto de factores difíceis de alcançar.
3º Sapato – A crítica às vezes é amiga...
Depende da crítica e do seu estilo.
A crítica, se carregada de maldade, provoca sempre mal-estar e uma reacção antagónica.
Pensemos nela como debate de ideias ou uma discussão no bom sentido.
Ajuda a desenvolver o raciocínio e elimina algumas fronteiras.
4º Sapato – Palavras doces suavizam algumas realidades...
As realidades más existem e a confrontação é bem mais frequente do que seria de supor.
O eufemismo ajuda a amenizar a dureza de uma realidade que não pode ser anulada.
Dói mais um grito que uma notícia triste murmurada ao ouvido...
5º Sapato – Ser pobre é apenas circunstância...
Ser pobre não é defeito. É circunstância.
É mais rica a verdade da pobreza que a aparência de um culto que não tem consistência.
Depressa se estala o verniz e cai a nódoa... É mais ridículo que ser pobre!
6º Sapato - Eu não acredito neste sapato...
Ninguém é passivo perante a injustiça. Reagimos, mesmo quando só nos pisam o pé!
Temos sempre a nossa solução, mais ou menos viável, só nos falta a condição...
7º Sapato – Tem coisas boas e coisas más...
Porque não imitar as coisas boas?
Nunca vos aconteceu sentirem-se culpados?
Arrependerem-se logo a seguir a uma atitude insensata ou uma frase precipitada?
Às vezes tenho dificuldade em adormecer e penso com insistência:
“Se soubesse não teria dito...” “Se pudesse não teria feito...”
Não é necessário apregoar os nossos defeitos. A consciência encarrega-se dessa tarefa.
O arrependimento é coisa que existe e é consequência da culpa.
2º Sapato – É dado adquirido que o sucesso não é sinónimo de trabalho...
Quem não verificou através da experiência que este sapato é real?
Com o devido respeito, o trabalho será sempre uma forma de realização e de satisfação pessoal, tornando-se uma via de sucesso apenas quando associado a um conjunto de factores difíceis de alcançar.
3º Sapato – A crítica às vezes é amiga...
Depende da crítica e do seu estilo.
A crítica, se carregada de maldade, provoca sempre mal-estar e uma reacção antagónica.
Pensemos nela como debate de ideias ou uma discussão no bom sentido.
Ajuda a desenvolver o raciocínio e elimina algumas fronteiras.
4º Sapato – Palavras doces suavizam algumas realidades...
As realidades más existem e a confrontação é bem mais frequente do que seria de supor.
O eufemismo ajuda a amenizar a dureza de uma realidade que não pode ser anulada.
Dói mais um grito que uma notícia triste murmurada ao ouvido...
5º Sapato – Ser pobre é apenas circunstância...
Ser pobre não é defeito. É circunstância.
É mais rica a verdade da pobreza que a aparência de um culto que não tem consistência.
Depressa se estala o verniz e cai a nódoa... É mais ridículo que ser pobre!
6º Sapato - Eu não acredito neste sapato...
Ninguém é passivo perante a injustiça. Reagimos, mesmo quando só nos pisam o pé!
Temos sempre a nossa solução, mais ou menos viável, só nos falta a condição...
7º Sapato – Tem coisas boas e coisas más...
Porque não imitar as coisas boas?


















