domingo, 20 de maio de 2007
CONVÍVIO BCA-2007
Aqui estão 2 fotos à entrada do Complexo "Três Pinheiros", onde se vê na foto da esquerda, entre outros o Gustavo Loureiro de costas,
o José Renato Paiva Santos, o Pedro da Silva Leite, o Krug Figueiredo e tantos outros.
Na 2ª. à n/direita, em primeiro plano a Miraldina Carvalhinho, o Gustavo Pinto Loureiro e o Armando de Jesus Inácio. Irei pondo outras oportunamente.
sábado, 19 de maio de 2007
Viva o BCA !
A família BCA esteve hoje reunida, num convívio cheio de alegria e muitas emoções.
Viva o BCA, hoje e sempre !
quarta-feira, 16 de maio de 2007
Um abraço emocionado
Não me levem a mal, mas hoje vou escrever com o coração.
Não me alongarei muito.
Como já escrevi, entrei para o BCA em 1963. E, em 1966, vim para Portugal frequentar o Curso de Economia na Universidade do Porto. Trouxe o BCA no coração e a ideia de voltar.
Foi no Porto que conheci o Alexandre Sobral Torres e o Nuno Amílcar Cristóvão. E fui colega ainda da Maria do Carmo Lucas, do Américo Vieira Lopes (que já conhecia) e do António Jorge Rodrigues da Silva (meu colega no ICL, amigo e vizinho na Vila Alice) com quem partilhei o quarto durante cinco anos.
Quis o destino que todos acabássemos por ir trabalhar no BCA.
Digamos que, para mim, foi como receber amigos em "casa". E são esses amigos que ao recordar me deixam alguma emoção.
Vejam: a Maria do Carmo, o Vieira Lopes, o Sobral Torres, o Nuno Cristóvão, o Rodrigues da Silva e eu fomos colegas na UP. E estávamos longe de imaginar que nos iríamos encontrar (todos) no BCA.
Com eles tenho também algumas cumplicidades: noites de fados e guitarradas, queimas das fitas e outras folias, a par de muitas horas de estudo nos cafés da cidade do Porto.
E hoje, ao ler os seus nomes neste nosso espaço de diálogo e convívio, recordo naturalmente a nossa juventude e as nossas "venturas e desventuras". E confesso que com saudade.
Para estes ex-BCA's um abraço emocionado (e um beijinho para a Maria do Carmo).
Não me alongarei muito.
Como já escrevi, entrei para o BCA em 1963. E, em 1966, vim para Portugal frequentar o Curso de Economia na Universidade do Porto. Trouxe o BCA no coração e a ideia de voltar.
Foi no Porto que conheci o Alexandre Sobral Torres e o Nuno Amílcar Cristóvão. E fui colega ainda da Maria do Carmo Lucas, do Américo Vieira Lopes (que já conhecia) e do António Jorge Rodrigues da Silva (meu colega no ICL, amigo e vizinho na Vila Alice) com quem partilhei o quarto durante cinco anos.
Quis o destino que todos acabássemos por ir trabalhar no BCA.
Digamos que, para mim, foi como receber amigos em "casa". E são esses amigos que ao recordar me deixam alguma emoção.
Vejam: a Maria do Carmo, o Vieira Lopes, o Sobral Torres, o Nuno Cristóvão, o Rodrigues da Silva e eu fomos colegas na UP. E estávamos longe de imaginar que nos iríamos encontrar (todos) no BCA.
Com eles tenho também algumas cumplicidades: noites de fados e guitarradas, queimas das fitas e outras folias, a par de muitas horas de estudo nos cafés da cidade do Porto.
E hoje, ao ler os seus nomes neste nosso espaço de diálogo e convívio, recordo naturalmente a nossa juventude e as nossas "venturas e desventuras". E confesso que com saudade.
Para estes ex-BCA's um abraço emocionado (e um beijinho para a Maria do Carmo).
Mais dois pontos...
VITRAIS -1ª.APRESENTAÇÃO
A pedido de vários Colegas, aqui me têm, eu que não sei fazer nada destas preciosidades, a expôr 2 trabalhos do nosso Colega e meu especial amigo Fernando Valadão, a seu pedido.Aqui apresento 2 Vitrais de sua autoria e agora Fernando, eu não sei pintar vitrais, mas já sei colocá-los no Blog e tu vais aprender para regalo dos que os pediram com mais insistência (o Teixeirinha, a Julieta e o BorgesLopes).
E já agora, aproveita a sugestão do Luis Teixeira da Mota e leva alguns mais, para o Almoço, para fazermos uma pequena exposição.
Espero que tenhas gostado e prometo que na próxima serei mais rápida.
Um grande beijo para ti da Amiga Ilda.
domingo, 13 de maio de 2007
E já lá vão 33 anos...
Hoje, inscreveu-se para o nosso almoço, o Dr. Nuno Amílcar Cristóvão. Aqui publico uma fotografia dele e da esposa, com um/a filho/a de ambos ao colo (penso que assim seja - já lá vão muitos anos), no baptizado da minha filha mais nova, a Alexandra, em 1974, na Igreja da Sagrada Família – Luanda.Sábado, nos veremos! Até lá.
BL
sábado, 12 de maio de 2007
Uma referência especial...
Estive hoje a conversar com o Sr. Napoleão de Sousa, o "patrão" das Informações no nosso BCA.
Contei-lhe as novidades. Disse-me que gostaria de ir ao Encontro, mas não pode. O seu coração requer cuidados especiais.
Fiquei com o contacto, prometi dar notícias. Quem atende o telefone é a esposa, D. Maria Virgínia, cunhada do falecido Dr. Nunes da Glória.
O encontro foi casual, mas achei que merecia uma referência especial.
Deixo-vos o abraço do ex-BCA Napoleão de Sousa !
sexta-feira, 11 de maio de 2007
Aproxima-se o grande dia - Sábado 19 de Maio -
quarta-feira, 9 de maio de 2007
… e lá vai mais uma…
Em 1966, na fase idealista dos “verdes anos”, pai recente do meu filho Pedro, (hoje com 41 anos), fiz esta “escultura” de D. Quixote.Alguns devem lembrar-se de que, naquele tempo, a alimentação infantil integrava muitas vezes o leite Nestogeno, da Nestlé. Pois bem, as latas desse leite constituíram a matéria prima de que me servi para produzir esta obra de 60 cm. de altura, utilizando a “folha de Flandres” e arame grosso.
Penso que não ficou mal, daí tê-la conservado até aos dias de hoje!
Nas horas vagas…
“Mar da Palha” (Margem sul do Tejo) Óleo sobre tela – 1981click em cima da imagem
Desde criança que tive algum jeito para as artes plásticas. Há cinquenta anos, ainda frequentei a Escola de Artes Decorativas António Arroio, em Lisboa. Apareceu, entretanto, o emprego de “Paquete ”, no BPA, e foi o fim da minha “carreira artística”, mas o “bichinho” que já interiorizara, não morreu. Acima apresento-vos uma das minhas “obras”.
Depois da Severa, que foi a iniciadora, (e que desejo que continue a fazê-lo), e agora eu, gostaria que outros colegas nos seguissem, mostrando os seus dotes. O Valadão parece que também terá algo a mostrar nesta área, faltando-lhe apenas a decisão do primeiro passo. Muitos outros e outras hão-de aparecer, evidenciando as várias vertentes que compõem o mundo das artes que é tão vasto (telas, barros, vitral, marfinites, seda, bordados, tapetes, fotografia, etc.).
Depois da Severa, que foi a iniciadora, (e que desejo que continue a fazê-lo), e agora eu, gostaria que outros colegas nos seguissem, mostrando os seus dotes. O Valadão parece que também terá algo a mostrar nesta área, faltando-lhe apenas a decisão do primeiro passo. Muitos outros e outras hão-de aparecer, evidenciando as várias vertentes que compõem o mundo das artes que é tão vasto (telas, barros, vitral, marfinites, seda, bordados, tapetes, fotografia, etc.).
Venham fazer-nos companhia, venham surpreender-nos.
domingo, 6 de maio de 2007
Porque a um Amigo não se diz NÃO...
COIMBRA
Ó Coimbra, minha terra,
És um jardim de flores,
Paraíso que encerra
Belezas multicolores.
As serenatas ao Luar,
Uma guitarra que "chora",
Uma voz doce a cantar,
A alguém que ela adora.
As "trupes" a horas mortas,
Estudantes assustados,
Que se escondem às portas,
Para não serem "rapados".
O Penedo da Saudade
E o da Meditação
São jóias de raridade,
Que prendem o coração.
O Mondego que, ligeiro,
Se dirige para o mar
É ilustre caminheiro
Que seu amor nos vem dar.
Abril de 1960
A Ponte Raínha Santa
A Ponte Pedro e Inês
Têm tanta beleza, tanta,
Que igual no Mundo não vês.
Maio de 2007
Porque também Coimbra estava em Angola, e contribuiu para o seu engrandecimento, porque é a minha terra e porque me foi pedido, aqui fica uma justa homenagem, devidamente actualizada com a última quadra.
Julieta.
Ó Coimbra, minha terra,
És um jardim de flores,
Paraíso que encerra
Belezas multicolores.
As serenatas ao Luar,
Uma guitarra que "chora",
Uma voz doce a cantar,
A alguém que ela adora.
As "trupes" a horas mortas,
Estudantes assustados,
Que se escondem às portas,
Para não serem "rapados".
O Penedo da Saudade
E o da Meditação
São jóias de raridade,
Que prendem o coração.
O Mondego que, ligeiro,
Se dirige para o mar
É ilustre caminheiro
Que seu amor nos vem dar.
Abril de 1960
A Ponte Raínha Santa
A Ponte Pedro e Inês
Têm tanta beleza, tanta,
Que igual no Mundo não vês.
Maio de 2007
- ligar o som -
Julieta.
sábado, 5 de maio de 2007
Para que os Sapatos não pareçam tão sujos...
Reflexões
1º Sapato – Nem sempre culpámos os outros...
Nunca vos aconteceu sentirem-se culpados?
Arrependerem-se logo a seguir a uma atitude insensata ou uma frase precipitada?
Às vezes tenho dificuldade em adormecer e penso com insistência:
“Se soubesse não teria dito...” “Se pudesse não teria feito...”
Não é necessário apregoar os nossos defeitos. A consciência encarrega-se dessa tarefa.
O arrependimento é coisa que existe e é consequência da culpa.
2º Sapato – É dado adquirido que o sucesso não é sinónimo de trabalho...
Quem não verificou através da experiência que este sapato é real?
Com o devido respeito, o trabalho será sempre uma forma de realização e de satisfação pessoal, tornando-se uma via de sucesso apenas quando associado a um conjunto de factores difíceis de alcançar.
3º Sapato – A crítica às vezes é amiga...
Depende da crítica e do seu estilo.
A crítica, se carregada de maldade, provoca sempre mal-estar e uma reacção antagónica.
Pensemos nela como debate de ideias ou uma discussão no bom sentido.
Ajuda a desenvolver o raciocínio e elimina algumas fronteiras.
4º Sapato – Palavras doces suavizam algumas realidades...
As realidades más existem e a confrontação é bem mais frequente do que seria de supor.
O eufemismo ajuda a amenizar a dureza de uma realidade que não pode ser anulada.
Dói mais um grito que uma notícia triste murmurada ao ouvido...
5º Sapato – Ser pobre é apenas circunstância...
Ser pobre não é defeito. É circunstância.
É mais rica a verdade da pobreza que a aparência de um culto que não tem consistência.
Depressa se estala o verniz e cai a nódoa... É mais ridículo que ser pobre!
6º Sapato - Eu não acredito neste sapato...
Ninguém é passivo perante a injustiça. Reagimos, mesmo quando só nos pisam o pé!
Temos sempre a nossa solução, mais ou menos viável, só nos falta a condição...
7º Sapato – Tem coisas boas e coisas más...
Porque não imitar as coisas boas?
Nunca vos aconteceu sentirem-se culpados?
Arrependerem-se logo a seguir a uma atitude insensata ou uma frase precipitada?
Às vezes tenho dificuldade em adormecer e penso com insistência:
“Se soubesse não teria dito...” “Se pudesse não teria feito...”
Não é necessário apregoar os nossos defeitos. A consciência encarrega-se dessa tarefa.
O arrependimento é coisa que existe e é consequência da culpa.
2º Sapato – É dado adquirido que o sucesso não é sinónimo de trabalho...
Quem não verificou através da experiência que este sapato é real?
Com o devido respeito, o trabalho será sempre uma forma de realização e de satisfação pessoal, tornando-se uma via de sucesso apenas quando associado a um conjunto de factores difíceis de alcançar.
3º Sapato – A crítica às vezes é amiga...
Depende da crítica e do seu estilo.
A crítica, se carregada de maldade, provoca sempre mal-estar e uma reacção antagónica.
Pensemos nela como debate de ideias ou uma discussão no bom sentido.
Ajuda a desenvolver o raciocínio e elimina algumas fronteiras.
4º Sapato – Palavras doces suavizam algumas realidades...
As realidades más existem e a confrontação é bem mais frequente do que seria de supor.
O eufemismo ajuda a amenizar a dureza de uma realidade que não pode ser anulada.
Dói mais um grito que uma notícia triste murmurada ao ouvido...
5º Sapato – Ser pobre é apenas circunstância...
Ser pobre não é defeito. É circunstância.
É mais rica a verdade da pobreza que a aparência de um culto que não tem consistência.
Depressa se estala o verniz e cai a nódoa... É mais ridículo que ser pobre!
6º Sapato - Eu não acredito neste sapato...
Ninguém é passivo perante a injustiça. Reagimos, mesmo quando só nos pisam o pé!
Temos sempre a nossa solução, mais ou menos viável, só nos falta a condição...
7º Sapato – Tem coisas boas e coisas más...
Porque não imitar as coisas boas?
quinta-feira, 3 de maio de 2007
Mazungue e Sanzalangola
Caros Colegas
Conforme me foi solicitado, a lista de inscrições está a ser actualizada nos sites, onde se juntam muitos colegas vindos de Angola e Moçambique.
Conforme me foi solicitado, a lista de inscrições está a ser actualizada nos sites, onde se juntam muitos colegas vindos de Angola e Moçambique.
http://www.mazungue.com/ clicar em COISAS DA VIDA/BCA (clicar)
http://www.sanzalangola.com/ CONVÍVIO/DIÁSPORA/BCA (clicar)
http://www.sanzalangola.com/ CONVÍVIO/DIÁSPORA/BCA (clicar)
ATÉ DIA 19 DE MAIO.
Os Sete Sapatos Sujos.
Depois de todo o trabalho que dei ao Borges Lopes... depois de tanto tempo em "Banho Maria"... pela beleza das gravuras, pela música, pela verdade que cada um dos sapatos encerra e porque continuo a gostar muito do Mia Couto e do Ouro Negro, aqui vai algo que, não sendo sobre o BCA, tem a ver com o nosso passado, com o nosso presente e, inevitavelmente, com o nosso futuro. Houve e haverá sempre um sapato sujo que, conscientemente ou não, nos esquecemos e esqueceremos de descalçar!
Um abraço e até breve,
Julieta
quarta-feira, 2 de maio de 2007
Saudades do blog...por terras de Mirandela!




Aproxima-se o dia de mais um encontro de pessoas que se estimam, que souberam ( sabem) preservar amizades e que, nem o passar dos anos e rumos profissionais diferentes, num país que muitas vezes foi "padrasto" (e ainda é) foram capazes de fazer esquecer.
Muitos foram os encontros anteriores a que por razões várias não compareci. Mas quando o coração nos "chama" acabamos por "voltar". E foi o que aconteceu comigo e com a Ana (minha mulher e também ex-BCA) no encontro de 2006.
Voltámos à Mealhada local onde tínhamos ido no último encontro em que estivemos. E logo ali, ao revermos tantos e tantos amigos, (amigas) e ex-colegas, sentimos que não voltaríamos a faltar aos (nossos) encontros. Por isso no dia 19 de Maio esperamos poder viver mais um dia de "grandes emoções".
Foi naquele encontro que o Borges Lopes prometeu a criação de um Bolg. Prometeu e cumpriu. E as expectativas não saíram goradas, como demonstra o número de colaboradores e visitantes. É a melhor forma de mostrarmos ao BL o nosso apreço e de agradecermos o seu trabalho.
E este elo de ligação tem sido uma peça fundamental para que o próximo encontro seja um êxito como o Amândio Caldeira e restante Comissão tanto desejam e para que tanto têm trabalhado.
Na passada Quinta-Feira tive necessidade de me deslocar a Mirandela tendo regressado apenas ontem. E nada como uns dias de ausência para constatarmos como o Blog nos faz falta!
Apesar do "mau tempo", viajar pelo interior do País trouxe-me à memória algumas coisas. Desde logo os tempos (ainda não tão distantes quanto possa parecer) em que a viagem, que agora se realiza em pouco mais de quatro horas (eu não sou muito de arriscar!) demorava bem mais de oito (e quase um dia nas épocas festivas).
Depois, recordei uma "reportagem" recente do BL sobre uma viagem pelo Alentejo (onde foram alentejanar). É que viajar pelas Beiras e Trás-os-Montes não é menos agradável. E Mirandela quase sempre nos surpreende. A sua zona verde e de lazer conta agora com mais um espaço maravilhoso, inaugurado no passado Sábado.
É desse espaço e dos belos campos floridos que "ofereço" aos colegas algumas fotografias. E quando puderem não deixem de visitar Mirandela.
Um abraço a todos e parabéns aos autores dos mais recentes textos e imagens postadas no nosso blog.
Muitos foram os encontros anteriores a que por razões várias não compareci. Mas quando o coração nos "chama" acabamos por "voltar". E foi o que aconteceu comigo e com a Ana (minha mulher e também ex-BCA) no encontro de 2006.
Voltámos à Mealhada local onde tínhamos ido no último encontro em que estivemos. E logo ali, ao revermos tantos e tantos amigos, (amigas) e ex-colegas, sentimos que não voltaríamos a faltar aos (nossos) encontros. Por isso no dia 19 de Maio esperamos poder viver mais um dia de "grandes emoções".
Foi naquele encontro que o Borges Lopes prometeu a criação de um Bolg. Prometeu e cumpriu. E as expectativas não saíram goradas, como demonstra o número de colaboradores e visitantes. É a melhor forma de mostrarmos ao BL o nosso apreço e de agradecermos o seu trabalho.
E este elo de ligação tem sido uma peça fundamental para que o próximo encontro seja um êxito como o Amândio Caldeira e restante Comissão tanto desejam e para que tanto têm trabalhado.
Na passada Quinta-Feira tive necessidade de me deslocar a Mirandela tendo regressado apenas ontem. E nada como uns dias de ausência para constatarmos como o Blog nos faz falta!
Apesar do "mau tempo", viajar pelo interior do País trouxe-me à memória algumas coisas. Desde logo os tempos (ainda não tão distantes quanto possa parecer) em que a viagem, que agora se realiza em pouco mais de quatro horas (eu não sou muito de arriscar!) demorava bem mais de oito (e quase um dia nas épocas festivas).
Depois, recordei uma "reportagem" recente do BL sobre uma viagem pelo Alentejo (onde foram alentejanar). É que viajar pelas Beiras e Trás-os-Montes não é menos agradável. E Mirandela quase sempre nos surpreende. A sua zona verde e de lazer conta agora com mais um espaço maravilhoso, inaugurado no passado Sábado.
É desse espaço e dos belos campos floridos que "ofereço" aos colegas algumas fotografias. E quando puderem não deixem de visitar Mirandela.
Um abraço a todos e parabéns aos autores dos mais recentes textos e imagens postadas no nosso blog.
terça-feira, 1 de maio de 2007
segunda-feira, 30 de abril de 2007
RECORDAR É VIVER
Há algum tempo tinha colocado 2 fotos que me tinham sido cedidas pelo nosso Colega António Abrantes Castanheira. Agora, vou publicar mais 4, que me foram facultadas por ele, para relembrarmos colegas (uns que já não estão entre nós) e outros que nos vão acompanhar no próximo Encontro de 19 de Maio, que se está a aproximar.
Neste "Jantar de Aniversário", estou a condecorar o Castanheira sob o olhar atento do Sr. Dr. Manuel Vinhas. Sentado à mesa está um Director da CUCA ladeado pela D. Maria Manuela Castelo Branco.
Nesta foto, vão identificar e relembrar o Serra, a Mulher e a Filha, o Furtado da Silva e a Mulher, o Castanheira e a Mulher e o Sérgio Rodrigues e a sua Mulher, todos rodeando o Colega Lafayete da Silva Matos e sua Noiva, no dia do seu casamento.
Aqui, nesta foto vemos bastante escondido o João Negrão e o outro parece-me ser o Barreira. No conjunto de frente e encostados à montra da Pastelaria Paris, vêem-se o António Castanheira, o José Maria Vale e o nosso saudoso Fernando Sentieiro.
Neste grupo de costas, localizei o Rogério Paiva. O outro colega que não consigo identificar e junto a eles de lado o João Nuno Paiva, irmão do Rogério, a olharem para traz, estão o António Abrantes Castanheira e o Alberto Paiva e um pouco à frente dele o Fernando Serra.
Se virem algum nome mal colocado digam, pois trata-se de um misto das minhas lembranças e das do Castanheira.
Um abraço para todos em especial para o Castanheira, que me cedeu estas fotos.
Ilda Simões.
Se virem algum nome mal colocado digam, pois trata-se de um misto das minhas lembranças e das do Castanheira.
Um abraço para todos em especial para o Castanheira, que me cedeu estas fotos.
Ilda Simões.
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