Meus amigos, um bom dia para todos. Ultimamente não tenho aparecido no Blog porque a organização do nosso Encontro foi lenta e progressivamente retirando a possibilidade de aparecer. Mas foi por uma boa causa que deu os seus frutos no passado dia 19. Fiquei muito contente com este encontro e com o grau de satisfação encontrado. Como tudo nada é perfeito, mas o mais importante e eliminando um ou outro contratempo causado pelo volume tudo correu bem. Em meu nome e de toda a Comissão que colaborou o melhor que pode e soube na organização deste Grandioso Encontro vão os mais profundos agradecimentos. Aproveito para pedir a todos, sempre que alterem qualquer informação que origine o retorno de correio ou E-mail PF escrevam e comuniquem essa alteração. Mudando de assunto e ainda dentro da Nossa Festa e porque o Artur Martins me enviou por E-Mail bastantes fotos, aqui fica a sua publicação. Um abraço a todos.
terça-feira, 22 de maio de 2007
segunda-feira, 21 de maio de 2007
Querem ver mais ?
Jorge Estêvão
Manuel Carvalhinho, ocupadíssimo...
Lafayette
Braga, Gabriel Carvalho e a sua simpática filha
Castanheira e Inácio.
Miraldina e Teresa
Cândido Guedes e esposa
Borges Lopes, o super-herói deste Blog e esposa
Gabriel Carvalho, ilustre voleibolista do BCA
A memória já não é o que era dantes.
Desculpem-me os que não foram nomeados, mas tenho a certeza que no sábado toda a gente levou um "Oscar" para casa...
E as "Celebridades" continuam...
MAIS CELEBRIDADES DE 19-05-2007
domingo, 20 de maio de 2007
CONVÍVIO BCA-2007
Aqui estão 2 fotos à entrada do Complexo "Três Pinheiros", onde se vê na foto da esquerda, entre outros o Gustavo Loureiro de costas,
o José Renato Paiva Santos, o Pedro da Silva Leite, o Krug Figueiredo e tantos outros.
Na 2ª. à n/direita, em primeiro plano a Miraldina Carvalhinho, o Gustavo Pinto Loureiro e o Armando de Jesus Inácio. Irei pondo outras oportunamente.
sábado, 19 de maio de 2007
Viva o BCA !
A família BCA esteve hoje reunida, num convívio cheio de alegria e muitas emoções.
Viva o BCA, hoje e sempre !
quarta-feira, 16 de maio de 2007
Um abraço emocionado
Não me levem a mal, mas hoje vou escrever com o coração.
Não me alongarei muito.
Como já escrevi, entrei para o BCA em 1963. E, em 1966, vim para Portugal frequentar o Curso de Economia na Universidade do Porto. Trouxe o BCA no coração e a ideia de voltar.
Foi no Porto que conheci o Alexandre Sobral Torres e o Nuno Amílcar Cristóvão. E fui colega ainda da Maria do Carmo Lucas, do Américo Vieira Lopes (que já conhecia) e do António Jorge Rodrigues da Silva (meu colega no ICL, amigo e vizinho na Vila Alice) com quem partilhei o quarto durante cinco anos.
Quis o destino que todos acabássemos por ir trabalhar no BCA.
Digamos que, para mim, foi como receber amigos em "casa". E são esses amigos que ao recordar me deixam alguma emoção.
Vejam: a Maria do Carmo, o Vieira Lopes, o Sobral Torres, o Nuno Cristóvão, o Rodrigues da Silva e eu fomos colegas na UP. E estávamos longe de imaginar que nos iríamos encontrar (todos) no BCA.
Com eles tenho também algumas cumplicidades: noites de fados e guitarradas, queimas das fitas e outras folias, a par de muitas horas de estudo nos cafés da cidade do Porto.
E hoje, ao ler os seus nomes neste nosso espaço de diálogo e convívio, recordo naturalmente a nossa juventude e as nossas "venturas e desventuras". E confesso que com saudade.
Para estes ex-BCA's um abraço emocionado (e um beijinho para a Maria do Carmo).
Não me alongarei muito.
Como já escrevi, entrei para o BCA em 1963. E, em 1966, vim para Portugal frequentar o Curso de Economia na Universidade do Porto. Trouxe o BCA no coração e a ideia de voltar.
Foi no Porto que conheci o Alexandre Sobral Torres e o Nuno Amílcar Cristóvão. E fui colega ainda da Maria do Carmo Lucas, do Américo Vieira Lopes (que já conhecia) e do António Jorge Rodrigues da Silva (meu colega no ICL, amigo e vizinho na Vila Alice) com quem partilhei o quarto durante cinco anos.
Quis o destino que todos acabássemos por ir trabalhar no BCA.
Digamos que, para mim, foi como receber amigos em "casa". E são esses amigos que ao recordar me deixam alguma emoção.
Vejam: a Maria do Carmo, o Vieira Lopes, o Sobral Torres, o Nuno Cristóvão, o Rodrigues da Silva e eu fomos colegas na UP. E estávamos longe de imaginar que nos iríamos encontrar (todos) no BCA.
Com eles tenho também algumas cumplicidades: noites de fados e guitarradas, queimas das fitas e outras folias, a par de muitas horas de estudo nos cafés da cidade do Porto.
E hoje, ao ler os seus nomes neste nosso espaço de diálogo e convívio, recordo naturalmente a nossa juventude e as nossas "venturas e desventuras". E confesso que com saudade.
Para estes ex-BCA's um abraço emocionado (e um beijinho para a Maria do Carmo).
Mais dois pontos...
VITRAIS -1ª.APRESENTAÇÃO
A pedido de vários Colegas, aqui me têm, eu que não sei fazer nada destas preciosidades, a expôr 2 trabalhos do nosso Colega e meu especial amigo Fernando Valadão, a seu pedido.Aqui apresento 2 Vitrais de sua autoria e agora Fernando, eu não sei pintar vitrais, mas já sei colocá-los no Blog e tu vais aprender para regalo dos que os pediram com mais insistência (o Teixeirinha, a Julieta e o BorgesLopes).
E já agora, aproveita a sugestão do Luis Teixeira da Mota e leva alguns mais, para o Almoço, para fazermos uma pequena exposição.
Espero que tenhas gostado e prometo que na próxima serei mais rápida.
Um grande beijo para ti da Amiga Ilda.
domingo, 13 de maio de 2007
E já lá vão 33 anos...
Hoje, inscreveu-se para o nosso almoço, o Dr. Nuno Amílcar Cristóvão. Aqui publico uma fotografia dele e da esposa, com um/a filho/a de ambos ao colo (penso que assim seja - já lá vão muitos anos), no baptizado da minha filha mais nova, a Alexandra, em 1974, na Igreja da Sagrada Família – Luanda.Sábado, nos veremos! Até lá.
BL
sábado, 12 de maio de 2007
Uma referência especial...
Estive hoje a conversar com o Sr. Napoleão de Sousa, o "patrão" das Informações no nosso BCA.
Contei-lhe as novidades. Disse-me que gostaria de ir ao Encontro, mas não pode. O seu coração requer cuidados especiais.
Fiquei com o contacto, prometi dar notícias. Quem atende o telefone é a esposa, D. Maria Virgínia, cunhada do falecido Dr. Nunes da Glória.
O encontro foi casual, mas achei que merecia uma referência especial.
Deixo-vos o abraço do ex-BCA Napoleão de Sousa !
sexta-feira, 11 de maio de 2007
Aproxima-se o grande dia - Sábado 19 de Maio -
quarta-feira, 9 de maio de 2007
… e lá vai mais uma…
Em 1966, na fase idealista dos “verdes anos”, pai recente do meu filho Pedro, (hoje com 41 anos), fiz esta “escultura” de D. Quixote.Alguns devem lembrar-se de que, naquele tempo, a alimentação infantil integrava muitas vezes o leite Nestogeno, da Nestlé. Pois bem, as latas desse leite constituíram a matéria prima de que me servi para produzir esta obra de 60 cm. de altura, utilizando a “folha de Flandres” e arame grosso.
Penso que não ficou mal, daí tê-la conservado até aos dias de hoje!
Nas horas vagas…
“Mar da Palha” (Margem sul do Tejo) Óleo sobre tela – 1981click em cima da imagem
Desde criança que tive algum jeito para as artes plásticas. Há cinquenta anos, ainda frequentei a Escola de Artes Decorativas António Arroio, em Lisboa. Apareceu, entretanto, o emprego de “Paquete ”, no BPA, e foi o fim da minha “carreira artística”, mas o “bichinho” que já interiorizara, não morreu. Acima apresento-vos uma das minhas “obras”.
Depois da Severa, que foi a iniciadora, (e que desejo que continue a fazê-lo), e agora eu, gostaria que outros colegas nos seguissem, mostrando os seus dotes. O Valadão parece que também terá algo a mostrar nesta área, faltando-lhe apenas a decisão do primeiro passo. Muitos outros e outras hão-de aparecer, evidenciando as várias vertentes que compõem o mundo das artes que é tão vasto (telas, barros, vitral, marfinites, seda, bordados, tapetes, fotografia, etc.).
Depois da Severa, que foi a iniciadora, (e que desejo que continue a fazê-lo), e agora eu, gostaria que outros colegas nos seguissem, mostrando os seus dotes. O Valadão parece que também terá algo a mostrar nesta área, faltando-lhe apenas a decisão do primeiro passo. Muitos outros e outras hão-de aparecer, evidenciando as várias vertentes que compõem o mundo das artes que é tão vasto (telas, barros, vitral, marfinites, seda, bordados, tapetes, fotografia, etc.).
Venham fazer-nos companhia, venham surpreender-nos.
domingo, 6 de maio de 2007
Porque a um Amigo não se diz NÃO...
COIMBRA
Ó Coimbra, minha terra,
És um jardim de flores,
Paraíso que encerra
Belezas multicolores.
As serenatas ao Luar,
Uma guitarra que "chora",
Uma voz doce a cantar,
A alguém que ela adora.
As "trupes" a horas mortas,
Estudantes assustados,
Que se escondem às portas,
Para não serem "rapados".
O Penedo da Saudade
E o da Meditação
São jóias de raridade,
Que prendem o coração.
O Mondego que, ligeiro,
Se dirige para o mar
É ilustre caminheiro
Que seu amor nos vem dar.
Abril de 1960
A Ponte Raínha Santa
A Ponte Pedro e Inês
Têm tanta beleza, tanta,
Que igual no Mundo não vês.
Maio de 2007
Porque também Coimbra estava em Angola, e contribuiu para o seu engrandecimento, porque é a minha terra e porque me foi pedido, aqui fica uma justa homenagem, devidamente actualizada com a última quadra.
Julieta.
Ó Coimbra, minha terra,
És um jardim de flores,
Paraíso que encerra
Belezas multicolores.
As serenatas ao Luar,
Uma guitarra que "chora",
Uma voz doce a cantar,
A alguém que ela adora.
As "trupes" a horas mortas,
Estudantes assustados,
Que se escondem às portas,
Para não serem "rapados".
O Penedo da Saudade
E o da Meditação
São jóias de raridade,
Que prendem o coração.
O Mondego que, ligeiro,
Se dirige para o mar
É ilustre caminheiro
Que seu amor nos vem dar.
Abril de 1960
A Ponte Raínha Santa
A Ponte Pedro e Inês
Têm tanta beleza, tanta,
Que igual no Mundo não vês.
Maio de 2007
- ligar o som -
Julieta.
sábado, 5 de maio de 2007
Para que os Sapatos não pareçam tão sujos...
Reflexões
1º Sapato – Nem sempre culpámos os outros...
Nunca vos aconteceu sentirem-se culpados?
Arrependerem-se logo a seguir a uma atitude insensata ou uma frase precipitada?
Às vezes tenho dificuldade em adormecer e penso com insistência:
“Se soubesse não teria dito...” “Se pudesse não teria feito...”
Não é necessário apregoar os nossos defeitos. A consciência encarrega-se dessa tarefa.
O arrependimento é coisa que existe e é consequência da culpa.
2º Sapato – É dado adquirido que o sucesso não é sinónimo de trabalho...
Quem não verificou através da experiência que este sapato é real?
Com o devido respeito, o trabalho será sempre uma forma de realização e de satisfação pessoal, tornando-se uma via de sucesso apenas quando associado a um conjunto de factores difíceis de alcançar.
3º Sapato – A crítica às vezes é amiga...
Depende da crítica e do seu estilo.
A crítica, se carregada de maldade, provoca sempre mal-estar e uma reacção antagónica.
Pensemos nela como debate de ideias ou uma discussão no bom sentido.
Ajuda a desenvolver o raciocínio e elimina algumas fronteiras.
4º Sapato – Palavras doces suavizam algumas realidades...
As realidades más existem e a confrontação é bem mais frequente do que seria de supor.
O eufemismo ajuda a amenizar a dureza de uma realidade que não pode ser anulada.
Dói mais um grito que uma notícia triste murmurada ao ouvido...
5º Sapato – Ser pobre é apenas circunstância...
Ser pobre não é defeito. É circunstância.
É mais rica a verdade da pobreza que a aparência de um culto que não tem consistência.
Depressa se estala o verniz e cai a nódoa... É mais ridículo que ser pobre!
6º Sapato - Eu não acredito neste sapato...
Ninguém é passivo perante a injustiça. Reagimos, mesmo quando só nos pisam o pé!
Temos sempre a nossa solução, mais ou menos viável, só nos falta a condição...
7º Sapato – Tem coisas boas e coisas más...
Porque não imitar as coisas boas?
Nunca vos aconteceu sentirem-se culpados?
Arrependerem-se logo a seguir a uma atitude insensata ou uma frase precipitada?
Às vezes tenho dificuldade em adormecer e penso com insistência:
“Se soubesse não teria dito...” “Se pudesse não teria feito...”
Não é necessário apregoar os nossos defeitos. A consciência encarrega-se dessa tarefa.
O arrependimento é coisa que existe e é consequência da culpa.
2º Sapato – É dado adquirido que o sucesso não é sinónimo de trabalho...
Quem não verificou através da experiência que este sapato é real?
Com o devido respeito, o trabalho será sempre uma forma de realização e de satisfação pessoal, tornando-se uma via de sucesso apenas quando associado a um conjunto de factores difíceis de alcançar.
3º Sapato – A crítica às vezes é amiga...
Depende da crítica e do seu estilo.
A crítica, se carregada de maldade, provoca sempre mal-estar e uma reacção antagónica.
Pensemos nela como debate de ideias ou uma discussão no bom sentido.
Ajuda a desenvolver o raciocínio e elimina algumas fronteiras.
4º Sapato – Palavras doces suavizam algumas realidades...
As realidades más existem e a confrontação é bem mais frequente do que seria de supor.
O eufemismo ajuda a amenizar a dureza de uma realidade que não pode ser anulada.
Dói mais um grito que uma notícia triste murmurada ao ouvido...
5º Sapato – Ser pobre é apenas circunstância...
Ser pobre não é defeito. É circunstância.
É mais rica a verdade da pobreza que a aparência de um culto que não tem consistência.
Depressa se estala o verniz e cai a nódoa... É mais ridículo que ser pobre!
6º Sapato - Eu não acredito neste sapato...
Ninguém é passivo perante a injustiça. Reagimos, mesmo quando só nos pisam o pé!
Temos sempre a nossa solução, mais ou menos viável, só nos falta a condição...
7º Sapato – Tem coisas boas e coisas más...
Porque não imitar as coisas boas?
quinta-feira, 3 de maio de 2007
Mazungue e Sanzalangola
Caros Colegas
Conforme me foi solicitado, a lista de inscrições está a ser actualizada nos sites, onde se juntam muitos colegas vindos de Angola e Moçambique.
Conforme me foi solicitado, a lista de inscrições está a ser actualizada nos sites, onde se juntam muitos colegas vindos de Angola e Moçambique.
http://www.mazungue.com/ clicar em COISAS DA VIDA/BCA (clicar)
http://www.sanzalangola.com/ CONVÍVIO/DIÁSPORA/BCA (clicar)
http://www.sanzalangola.com/ CONVÍVIO/DIÁSPORA/BCA (clicar)
ATÉ DIA 19 DE MAIO.
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