sábado, 19 de maio de 2007
quarta-feira, 16 de maio de 2007
Um abraço emocionado
Não me levem a mal, mas hoje vou escrever com o coração.
Não me alongarei muito.
Como já escrevi, entrei para o BCA em 1963. E, em 1966, vim para Portugal frequentar o Curso de Economia na Universidade do Porto. Trouxe o BCA no coração e a ideia de voltar.
Foi no Porto que conheci o Alexandre Sobral Torres e o Nuno Amílcar Cristóvão. E fui colega ainda da Maria do Carmo Lucas, do Américo Vieira Lopes (que já conhecia) e do António Jorge Rodrigues da Silva (meu colega no ICL, amigo e vizinho na Vila Alice) com quem partilhei o quarto durante cinco anos.
Quis o destino que todos acabássemos por ir trabalhar no BCA.
Digamos que, para mim, foi como receber amigos em "casa". E são esses amigos que ao recordar me deixam alguma emoção.
Vejam: a Maria do Carmo, o Vieira Lopes, o Sobral Torres, o Nuno Cristóvão, o Rodrigues da Silva e eu fomos colegas na UP. E estávamos longe de imaginar que nos iríamos encontrar (todos) no BCA.
Com eles tenho também algumas cumplicidades: noites de fados e guitarradas, queimas das fitas e outras folias, a par de muitas horas de estudo nos cafés da cidade do Porto.
E hoje, ao ler os seus nomes neste nosso espaço de diálogo e convívio, recordo naturalmente a nossa juventude e as nossas "venturas e desventuras". E confesso que com saudade.
Para estes ex-BCA's um abraço emocionado (e um beijinho para a Maria do Carmo).
Não me alongarei muito.
Como já escrevi, entrei para o BCA em 1963. E, em 1966, vim para Portugal frequentar o Curso de Economia na Universidade do Porto. Trouxe o BCA no coração e a ideia de voltar.
Foi no Porto que conheci o Alexandre Sobral Torres e o Nuno Amílcar Cristóvão. E fui colega ainda da Maria do Carmo Lucas, do Américo Vieira Lopes (que já conhecia) e do António Jorge Rodrigues da Silva (meu colega no ICL, amigo e vizinho na Vila Alice) com quem partilhei o quarto durante cinco anos.
Quis o destino que todos acabássemos por ir trabalhar no BCA.
Digamos que, para mim, foi como receber amigos em "casa". E são esses amigos que ao recordar me deixam alguma emoção.
Vejam: a Maria do Carmo, o Vieira Lopes, o Sobral Torres, o Nuno Cristóvão, o Rodrigues da Silva e eu fomos colegas na UP. E estávamos longe de imaginar que nos iríamos encontrar (todos) no BCA.
Com eles tenho também algumas cumplicidades: noites de fados e guitarradas, queimas das fitas e outras folias, a par de muitas horas de estudo nos cafés da cidade do Porto.
E hoje, ao ler os seus nomes neste nosso espaço de diálogo e convívio, recordo naturalmente a nossa juventude e as nossas "venturas e desventuras". E confesso que com saudade.
Para estes ex-BCA's um abraço emocionado (e um beijinho para a Maria do Carmo).
Mais dois pontos...
VITRAIS -1ª.APRESENTAÇÃO
A pedido de vários Colegas, aqui me têm, eu que não sei fazer nada destas preciosidades, a expôr 2 trabalhos do nosso Colega e meu especial amigo Fernando Valadão, a seu pedido.Aqui apresento 2 Vitrais de sua autoria e agora Fernando, eu não sei pintar vitrais, mas já sei colocá-los no Blog e tu vais aprender para regalo dos que os pediram com mais insistência (o Teixeirinha, a Julieta e o BorgesLopes).
E já agora, aproveita a sugestão do Luis Teixeira da Mota e leva alguns mais, para o Almoço, para fazermos uma pequena exposição.
Espero que tenhas gostado e prometo que na próxima serei mais rápida.
Um grande beijo para ti da Amiga Ilda.
domingo, 13 de maio de 2007
E já lá vão 33 anos...
Hoje, inscreveu-se para o nosso almoço, o Dr. Nuno Amílcar Cristóvão. Aqui publico uma fotografia dele e da esposa, com um/a filho/a de ambos ao colo (penso que assim seja - já lá vão muitos anos), no baptizado da minha filha mais nova, a Alexandra, em 1974, na Igreja da Sagrada Família – Luanda.Sábado, nos veremos! Até lá.
BL
sábado, 12 de maio de 2007
Uma referência especial...
Estive hoje a conversar com o Sr. Napoleão de Sousa, o "patrão" das Informações no nosso BCA.
Contei-lhe as novidades. Disse-me que gostaria de ir ao Encontro, mas não pode. O seu coração requer cuidados especiais.
Fiquei com o contacto, prometi dar notícias. Quem atende o telefone é a esposa, D. Maria Virgínia, cunhada do falecido Dr. Nunes da Glória.
O encontro foi casual, mas achei que merecia uma referência especial.
Deixo-vos o abraço do ex-BCA Napoleão de Sousa !
sexta-feira, 11 de maio de 2007
Aproxima-se o grande dia - Sábado 19 de Maio -
quarta-feira, 9 de maio de 2007
… e lá vai mais uma…
Em 1966, na fase idealista dos “verdes anos”, pai recente do meu filho Pedro, (hoje com 41 anos), fiz esta “escultura” de D. Quixote.Alguns devem lembrar-se de que, naquele tempo, a alimentação infantil integrava muitas vezes o leite Nestogeno, da Nestlé. Pois bem, as latas desse leite constituíram a matéria prima de que me servi para produzir esta obra de 60 cm. de altura, utilizando a “folha de Flandres” e arame grosso.
Penso que não ficou mal, daí tê-la conservado até aos dias de hoje!
Nas horas vagas…
“Mar da Palha” (Margem sul do Tejo) Óleo sobre tela – 1981click em cima da imagem
Desde criança que tive algum jeito para as artes plásticas. Há cinquenta anos, ainda frequentei a Escola de Artes Decorativas António Arroio, em Lisboa. Apareceu, entretanto, o emprego de “Paquete ”, no BPA, e foi o fim da minha “carreira artística”, mas o “bichinho” que já interiorizara, não morreu. Acima apresento-vos uma das minhas “obras”.
Depois da Severa, que foi a iniciadora, (e que desejo que continue a fazê-lo), e agora eu, gostaria que outros colegas nos seguissem, mostrando os seus dotes. O Valadão parece que também terá algo a mostrar nesta área, faltando-lhe apenas a decisão do primeiro passo. Muitos outros e outras hão-de aparecer, evidenciando as várias vertentes que compõem o mundo das artes que é tão vasto (telas, barros, vitral, marfinites, seda, bordados, tapetes, fotografia, etc.).
Depois da Severa, que foi a iniciadora, (e que desejo que continue a fazê-lo), e agora eu, gostaria que outros colegas nos seguissem, mostrando os seus dotes. O Valadão parece que também terá algo a mostrar nesta área, faltando-lhe apenas a decisão do primeiro passo. Muitos outros e outras hão-de aparecer, evidenciando as várias vertentes que compõem o mundo das artes que é tão vasto (telas, barros, vitral, marfinites, seda, bordados, tapetes, fotografia, etc.).
Venham fazer-nos companhia, venham surpreender-nos.
domingo, 6 de maio de 2007
Porque a um Amigo não se diz NÃO...
COIMBRA
Ó Coimbra, minha terra,
És um jardim de flores,
Paraíso que encerra
Belezas multicolores.
As serenatas ao Luar,
Uma guitarra que "chora",
Uma voz doce a cantar,
A alguém que ela adora.
As "trupes" a horas mortas,
Estudantes assustados,
Que se escondem às portas,
Para não serem "rapados".
O Penedo da Saudade
E o da Meditação
São jóias de raridade,
Que prendem o coração.
O Mondego que, ligeiro,
Se dirige para o mar
É ilustre caminheiro
Que seu amor nos vem dar.
Abril de 1960
A Ponte Raínha Santa
A Ponte Pedro e Inês
Têm tanta beleza, tanta,
Que igual no Mundo não vês.
Maio de 2007
Porque também Coimbra estava em Angola, e contribuiu para o seu engrandecimento, porque é a minha terra e porque me foi pedido, aqui fica uma justa homenagem, devidamente actualizada com a última quadra.
Julieta.
Ó Coimbra, minha terra,
És um jardim de flores,
Paraíso que encerra
Belezas multicolores.
As serenatas ao Luar,
Uma guitarra que "chora",
Uma voz doce a cantar,
A alguém que ela adora.
As "trupes" a horas mortas,
Estudantes assustados,
Que se escondem às portas,
Para não serem "rapados".
O Penedo da Saudade
E o da Meditação
São jóias de raridade,
Que prendem o coração.
O Mondego que, ligeiro,
Se dirige para o mar
É ilustre caminheiro
Que seu amor nos vem dar.
Abril de 1960
A Ponte Raínha Santa
A Ponte Pedro e Inês
Têm tanta beleza, tanta,
Que igual no Mundo não vês.
Maio de 2007
- ligar o som -
Julieta.
sábado, 5 de maio de 2007
Para que os Sapatos não pareçam tão sujos...
Reflexões
1º Sapato – Nem sempre culpámos os outros...
Nunca vos aconteceu sentirem-se culpados?
Arrependerem-se logo a seguir a uma atitude insensata ou uma frase precipitada?
Às vezes tenho dificuldade em adormecer e penso com insistência:
“Se soubesse não teria dito...” “Se pudesse não teria feito...”
Não é necessário apregoar os nossos defeitos. A consciência encarrega-se dessa tarefa.
O arrependimento é coisa que existe e é consequência da culpa.
2º Sapato – É dado adquirido que o sucesso não é sinónimo de trabalho...
Quem não verificou através da experiência que este sapato é real?
Com o devido respeito, o trabalho será sempre uma forma de realização e de satisfação pessoal, tornando-se uma via de sucesso apenas quando associado a um conjunto de factores difíceis de alcançar.
3º Sapato – A crítica às vezes é amiga...
Depende da crítica e do seu estilo.
A crítica, se carregada de maldade, provoca sempre mal-estar e uma reacção antagónica.
Pensemos nela como debate de ideias ou uma discussão no bom sentido.
Ajuda a desenvolver o raciocínio e elimina algumas fronteiras.
4º Sapato – Palavras doces suavizam algumas realidades...
As realidades más existem e a confrontação é bem mais frequente do que seria de supor.
O eufemismo ajuda a amenizar a dureza de uma realidade que não pode ser anulada.
Dói mais um grito que uma notícia triste murmurada ao ouvido...
5º Sapato – Ser pobre é apenas circunstância...
Ser pobre não é defeito. É circunstância.
É mais rica a verdade da pobreza que a aparência de um culto que não tem consistência.
Depressa se estala o verniz e cai a nódoa... É mais ridículo que ser pobre!
6º Sapato - Eu não acredito neste sapato...
Ninguém é passivo perante a injustiça. Reagimos, mesmo quando só nos pisam o pé!
Temos sempre a nossa solução, mais ou menos viável, só nos falta a condição...
7º Sapato – Tem coisas boas e coisas más...
Porque não imitar as coisas boas?
Nunca vos aconteceu sentirem-se culpados?
Arrependerem-se logo a seguir a uma atitude insensata ou uma frase precipitada?
Às vezes tenho dificuldade em adormecer e penso com insistência:
“Se soubesse não teria dito...” “Se pudesse não teria feito...”
Não é necessário apregoar os nossos defeitos. A consciência encarrega-se dessa tarefa.
O arrependimento é coisa que existe e é consequência da culpa.
2º Sapato – É dado adquirido que o sucesso não é sinónimo de trabalho...
Quem não verificou através da experiência que este sapato é real?
Com o devido respeito, o trabalho será sempre uma forma de realização e de satisfação pessoal, tornando-se uma via de sucesso apenas quando associado a um conjunto de factores difíceis de alcançar.
3º Sapato – A crítica às vezes é amiga...
Depende da crítica e do seu estilo.
A crítica, se carregada de maldade, provoca sempre mal-estar e uma reacção antagónica.
Pensemos nela como debate de ideias ou uma discussão no bom sentido.
Ajuda a desenvolver o raciocínio e elimina algumas fronteiras.
4º Sapato – Palavras doces suavizam algumas realidades...
As realidades más existem e a confrontação é bem mais frequente do que seria de supor.
O eufemismo ajuda a amenizar a dureza de uma realidade que não pode ser anulada.
Dói mais um grito que uma notícia triste murmurada ao ouvido...
5º Sapato – Ser pobre é apenas circunstância...
Ser pobre não é defeito. É circunstância.
É mais rica a verdade da pobreza que a aparência de um culto que não tem consistência.
Depressa se estala o verniz e cai a nódoa... É mais ridículo que ser pobre!
6º Sapato - Eu não acredito neste sapato...
Ninguém é passivo perante a injustiça. Reagimos, mesmo quando só nos pisam o pé!
Temos sempre a nossa solução, mais ou menos viável, só nos falta a condição...
7º Sapato – Tem coisas boas e coisas más...
Porque não imitar as coisas boas?
quinta-feira, 3 de maio de 2007
Mazungue e Sanzalangola
Caros Colegas
Conforme me foi solicitado, a lista de inscrições está a ser actualizada nos sites, onde se juntam muitos colegas vindos de Angola e Moçambique.
Conforme me foi solicitado, a lista de inscrições está a ser actualizada nos sites, onde se juntam muitos colegas vindos de Angola e Moçambique.
http://www.mazungue.com/ clicar em COISAS DA VIDA/BCA (clicar)
http://www.sanzalangola.com/ CONVÍVIO/DIÁSPORA/BCA (clicar)
http://www.sanzalangola.com/ CONVÍVIO/DIÁSPORA/BCA (clicar)
ATÉ DIA 19 DE MAIO.
Os Sete Sapatos Sujos.
Depois de todo o trabalho que dei ao Borges Lopes... depois de tanto tempo em "Banho Maria"... pela beleza das gravuras, pela música, pela verdade que cada um dos sapatos encerra e porque continuo a gostar muito do Mia Couto e do Ouro Negro, aqui vai algo que, não sendo sobre o BCA, tem a ver com o nosso passado, com o nosso presente e, inevitavelmente, com o nosso futuro. Houve e haverá sempre um sapato sujo que, conscientemente ou não, nos esquecemos e esqueceremos de descalçar!
Um abraço e até breve,
Julieta
quarta-feira, 2 de maio de 2007
Saudades do blog...por terras de Mirandela!




Aproxima-se o dia de mais um encontro de pessoas que se estimam, que souberam ( sabem) preservar amizades e que, nem o passar dos anos e rumos profissionais diferentes, num país que muitas vezes foi "padrasto" (e ainda é) foram capazes de fazer esquecer.
Muitos foram os encontros anteriores a que por razões várias não compareci. Mas quando o coração nos "chama" acabamos por "voltar". E foi o que aconteceu comigo e com a Ana (minha mulher e também ex-BCA) no encontro de 2006.
Voltámos à Mealhada local onde tínhamos ido no último encontro em que estivemos. E logo ali, ao revermos tantos e tantos amigos, (amigas) e ex-colegas, sentimos que não voltaríamos a faltar aos (nossos) encontros. Por isso no dia 19 de Maio esperamos poder viver mais um dia de "grandes emoções".
Foi naquele encontro que o Borges Lopes prometeu a criação de um Bolg. Prometeu e cumpriu. E as expectativas não saíram goradas, como demonstra o número de colaboradores e visitantes. É a melhor forma de mostrarmos ao BL o nosso apreço e de agradecermos o seu trabalho.
E este elo de ligação tem sido uma peça fundamental para que o próximo encontro seja um êxito como o Amândio Caldeira e restante Comissão tanto desejam e para que tanto têm trabalhado.
Na passada Quinta-Feira tive necessidade de me deslocar a Mirandela tendo regressado apenas ontem. E nada como uns dias de ausência para constatarmos como o Blog nos faz falta!
Apesar do "mau tempo", viajar pelo interior do País trouxe-me à memória algumas coisas. Desde logo os tempos (ainda não tão distantes quanto possa parecer) em que a viagem, que agora se realiza em pouco mais de quatro horas (eu não sou muito de arriscar!) demorava bem mais de oito (e quase um dia nas épocas festivas).
Depois, recordei uma "reportagem" recente do BL sobre uma viagem pelo Alentejo (onde foram alentejanar). É que viajar pelas Beiras e Trás-os-Montes não é menos agradável. E Mirandela quase sempre nos surpreende. A sua zona verde e de lazer conta agora com mais um espaço maravilhoso, inaugurado no passado Sábado.
É desse espaço e dos belos campos floridos que "ofereço" aos colegas algumas fotografias. E quando puderem não deixem de visitar Mirandela.
Um abraço a todos e parabéns aos autores dos mais recentes textos e imagens postadas no nosso blog.
Muitos foram os encontros anteriores a que por razões várias não compareci. Mas quando o coração nos "chama" acabamos por "voltar". E foi o que aconteceu comigo e com a Ana (minha mulher e também ex-BCA) no encontro de 2006.
Voltámos à Mealhada local onde tínhamos ido no último encontro em que estivemos. E logo ali, ao revermos tantos e tantos amigos, (amigas) e ex-colegas, sentimos que não voltaríamos a faltar aos (nossos) encontros. Por isso no dia 19 de Maio esperamos poder viver mais um dia de "grandes emoções".
Foi naquele encontro que o Borges Lopes prometeu a criação de um Bolg. Prometeu e cumpriu. E as expectativas não saíram goradas, como demonstra o número de colaboradores e visitantes. É a melhor forma de mostrarmos ao BL o nosso apreço e de agradecermos o seu trabalho.
E este elo de ligação tem sido uma peça fundamental para que o próximo encontro seja um êxito como o Amândio Caldeira e restante Comissão tanto desejam e para que tanto têm trabalhado.
Na passada Quinta-Feira tive necessidade de me deslocar a Mirandela tendo regressado apenas ontem. E nada como uns dias de ausência para constatarmos como o Blog nos faz falta!
Apesar do "mau tempo", viajar pelo interior do País trouxe-me à memória algumas coisas. Desde logo os tempos (ainda não tão distantes quanto possa parecer) em que a viagem, que agora se realiza em pouco mais de quatro horas (eu não sou muito de arriscar!) demorava bem mais de oito (e quase um dia nas épocas festivas).
Depois, recordei uma "reportagem" recente do BL sobre uma viagem pelo Alentejo (onde foram alentejanar). É que viajar pelas Beiras e Trás-os-Montes não é menos agradável. E Mirandela quase sempre nos surpreende. A sua zona verde e de lazer conta agora com mais um espaço maravilhoso, inaugurado no passado Sábado.
É desse espaço e dos belos campos floridos que "ofereço" aos colegas algumas fotografias. E quando puderem não deixem de visitar Mirandela.
Um abraço a todos e parabéns aos autores dos mais recentes textos e imagens postadas no nosso blog.
terça-feira, 1 de maio de 2007
segunda-feira, 30 de abril de 2007
RECORDAR É VIVER
Há algum tempo tinha colocado 2 fotos que me tinham sido cedidas pelo nosso Colega António Abrantes Castanheira. Agora, vou publicar mais 4, que me foram facultadas por ele, para relembrarmos colegas (uns que já não estão entre nós) e outros que nos vão acompanhar no próximo Encontro de 19 de Maio, que se está a aproximar.
Neste "Jantar de Aniversário", estou a condecorar o Castanheira sob o olhar atento do Sr. Dr. Manuel Vinhas. Sentado à mesa está um Director da CUCA ladeado pela D. Maria Manuela Castelo Branco.
Nesta foto, vão identificar e relembrar o Serra, a Mulher e a Filha, o Furtado da Silva e a Mulher, o Castanheira e a Mulher e o Sérgio Rodrigues e a sua Mulher, todos rodeando o Colega Lafayete da Silva Matos e sua Noiva, no dia do seu casamento.
Aqui, nesta foto vemos bastante escondido o João Negrão e o outro parece-me ser o Barreira. No conjunto de frente e encostados à montra da Pastelaria Paris, vêem-se o António Castanheira, o José Maria Vale e o nosso saudoso Fernando Sentieiro.
Neste grupo de costas, localizei o Rogério Paiva. O outro colega que não consigo identificar e junto a eles de lado o João Nuno Paiva, irmão do Rogério, a olharem para traz, estão o António Abrantes Castanheira e o Alberto Paiva e um pouco à frente dele o Fernando Serra.
Se virem algum nome mal colocado digam, pois trata-se de um misto das minhas lembranças e das do Castanheira.
Um abraço para todos em especial para o Castanheira, que me cedeu estas fotos.
Ilda Simões.
Se virem algum nome mal colocado digam, pois trata-se de um misto das minhas lembranças e das do Castanheira.
Um abraço para todos em especial para o Castanheira, que me cedeu estas fotos.
Ilda Simões.
sábado, 28 de abril de 2007
Sem concorrência...
sexta-feira, 27 de abril de 2007
Garantidos
Caros colegas, o Renato Santos sugeriu que eu efectuasse a publicação do nome dos inscritos para o n/encontro. Concordo com a ideia, como tal vou indicar os nome dos inscritos que até ao dia de hoje totalizam 142 pessoas, mas que espero nos próximos dias venha a aumentar.
Um abraço a todos.
20/04/2007
Para consultar a lista,
clik aqui!
De hoje a oito dias vou fazer a actualização, espero ter a grata surpresa de no mínimo dos mínimos multiplicar por 4.clik aqui!
Um abraço a todos.
20/04/2007
Garantidos - actualização
Espero nos próximos dias mais inscrições devido ao inúmero número de telefonemas recebidos.
quinta-feira, 26 de abril de 2007
QUEM SE RECORDA DO DR. SILVA MAIA?
Regressou tempos depois a Luanda, onde acabou , após a tomada do BCA p/MPLA, como Presidente do Conselho de Gestão, até à nacionalização e extinção do BCA em 1/01/1978.
Vive actualmente entre Bruxelas e Cascais.
Nesta foto encontrava-se na Mauritânea.
Este ano não nos pode acompanhar no Almoço de Convívio, por estar já comprometido, na mesma data, com um casamento de um familiar. Envia saudades para todos os Colegas.
30.04.2007 - Rectificação, ao texto acima.
1 - O Sr. Dr. Silva Maia depois do 25 de Abril de 1974, não voltou a Angola;
2- Foi efectivamente Presidente do Conselho de Administração do BCA em Moçambique, desde que o mesmo ficou sem Administração, até à nacionalização da Banca, naquele País, até 1.01.78;
3 -A foto que apresentei, não foi tirada nem em Angola, nem em Moçambique , mas sim na Mauritânea.
Creio ter desfeito todas as dúvidas e peço imensa desculpa pelas incorrecções ao Dr. Silva Maia.
Ilda Simões
2- Foi efectivamente Presidente do Conselho de Administração do BCA em Moçambique, desde que o mesmo ficou sem Administração, até à nacionalização da Banca, naquele País, até 1.01.78;
3 -A foto que apresentei, não foi tirada nem em Angola, nem em Moçambique , mas sim na Mauritânea.
Creio ter desfeito todas as dúvidas e peço imensa desculpa pelas incorrecções ao Dr. Silva Maia.
Ilda Simões
quarta-feira, 25 de abril de 2007
RECORDAR É VIVER - FOTOS DO CASTANHEIRA

nheira, para recordarmos mais alguns Colegas, embora quer a ele quer a mim me faltem alguns nomes.
Na primeira a cores, à esqª.
Na primeira a cores, à esqª.
Vê-se a cara do Lafayete da
Silva Matos, Fernando Sen-
tieiro, o Sr. Manuel Lopes
Ramires, o António Casta-
nheira, a Mimi, o José Ma-
nuel Guedes Ferreira e o Sérgio.Em baixo reconheço as caras mas não me lembro dos nomes. O Sentieiro, o Sr. Ramies e o Sérgio, foram colegas que já partiram deste mundo, mas que serão sempre relembrados com muita saudade.
Na foto abaixo, também à esquerda, vê-se o Castanheira, o Gouveia, o Manuel Duarte de Almei-
da e o Sr. Ramires.
E finalmente à direita o Castanheira, o José Rodrigues Martins, o Sr. Costa Pereira e o Colega Gomes. Oportunamente irei fazer nova postagem c/outras fotos que o Castanheira teve a ama-
bilidade de me enviar, para que todos possam ser relembrados neste Blogue.
Até lá recebam um até sempre da Colega e Amiga. Ilda Simões
terça-feira, 24 de abril de 2007
Muita parra e pouca uva !
Hoje, é precisamente o contrário. Pouco texto e mais fotografias.
O Alentejo, continua lindo e, como disse o Chilócas há dias, nós neste domingo, também fomos “alentejanar”.
Alqueva – vista do Castelo de Monsaraz
Castelo de Monsaraz
S. Pedro do Corval – olaria
Reguengos de Monsaraz – Prova de vinhos na Coop. Ag. de Reguengos de Monsaraz - CARMIM
Foi o que se chama um dia em cheio, em todos os sentidos.
O Alentejo, continua lindo e, como disse o Chilócas há dias, nós neste domingo, também fomos “alentejanar”.
Alqueva – vista do Castelo de Monsaraz
Castelo de Monsaraz
S. Pedro do Corval – olaria
Reguengos de Monsaraz – Prova de vinhos na Coop. Ag. de Reguengos de Monsaraz - CARMIM
Foi o que se chama um dia em cheio, em todos os sentidos.
Nesta altura leva-nos a imaginar um enorme tapete de fundo verde, salpicado de flores minúsculas que, pela sua profusão, constituem manchas de cores variadas (brancas, amarelas, anil, azul ultramarino) e que constituem o tratamento final daquela obra prima.
Visitem ou revisitem o Alentejo!
Como diz o nosso amigo Teixeira da Mota, no seu post :
... NÃO SE REFORMEM DA VIDA ..."
... NÃO SE REFORMEM DA VIDA ..."
![]() |
domingo, 22 de abril de 2007
O ecletismo do Grupo Desportivo do ex-BCA
VOLEIBOL
Por este blogue passaram já várias referências e fotos alusivas à actividade do Grupo Desportivo e Cultural do ex-BCA. O tema não esgotou e merecerá outros contributos.
Se a primazia do tema foi até aqui compreensivelmente polarizado no hóquei em patins ( pelos êxitos e talentos dos seus atletas ), o voleibol, basquetebol, futebol de salão, andebol, xadrez, bridge, automobilismo…até o tiro ao alvo foram modalidades com alguma expressão no panorama desportivo angolano, para além de iniciativas culturais que faziam jus ao estatuto do Grupo.
Hoje, falo da minha dama ( não é essa, Amigos ! ): o VOLEIBOL.
Crónica campeã dos campeonatos regionais e provinciais ( então chamados de “corporativos” ), manteve durante anos completa supremacia, vencendo ainda o único Angola-Moçambique dos anos 70 e participando em diversos torneios para os quais era comumente convidada. Não só em Luanda, como no Uíge, Huambo, Lobito, Cabinda, etc. deu a nossa equipa indesmentível contributo para o ressurgimento e expansão do voleibol angolano.
Honra-me ter sido jogador-treinador dessa equipa, de 1970 a 1975, nela pontificando o Zézé, Baganha, J. Freitas, Chilocas, Branco, Pereira, J. Capon, Anapaz ( sempre vens ao nosso Convívio ? ), Altamiro, Zé Vale e outros mais, com seccionistas dedicados como o saudoso Hélder Galaz.
Quantas taças e medalhas, quanto desporto pelo desporto !
Ficam as recordações ainda das ceias pós-treinos e jogos, das assistências ( sobretudo as femininas ), dos estágios divertidos e também do carinho dispensado à equipa pela Administração do Banco e pela Direcção do Grupo Desportivo.
É altura, aqui chegado, de “passar a bola” ao António Borges Lopes, para “rematar” este texto com um “bloco” fotográfico, que ainda conservo na “rede” de uma velha mala.
Vamos aproveitar o nosso grande Convívio de 19 de Maio e combinar um encontro da “velha guarda” para data sucedânea ? Desafia-vos o
Luís Teixeira da Mota
sábado, 21 de abril de 2007
Encontro de 19 de Maio
Caros colegas
Enviei em 17 do corrente para os CTT 150 cartas com convocatória para o encontro de 19 de Maio, dirigida a todos aqueles que não responderam ao enviado em 7 de Fevereiro, da mesma forma enviei 28 e-mail.
Falei nesse dia com um colaborador da Empresa os Três Pinheiros que me disse no máximo poderem no próprio dia executar mais 10 a 12 refeições, pelo que em meu nome e da Comissão que represento, solicito a todos aqueles que lerem esta informação e que queiram estar presentes, se inscrevam respeitando a data aposta na última informação.
Declinamos toda e qualquer responsabilidade que possa advir a todos aqueles que comparecerem no próprio dia sem que nós tenhamos conhecimento. Agradeço a divulgação desta informação.
Um abraço a todos
Enviei em 17 do corrente para os CTT 150 cartas com convocatória para o encontro de 19 de Maio, dirigida a todos aqueles que não responderam ao enviado em 7 de Fevereiro, da mesma forma enviei 28 e-mail.

Falei nesse dia com um colaborador da Empresa os Três Pinheiros que me disse no máximo poderem no próprio dia executar mais 10 a 12 refeições, pelo que em meu nome e da Comissão que represento, solicito a todos aqueles que lerem esta informação e que queiram estar presentes, se inscrevam respeitando a data aposta na última informação.
Declinamos toda e qualquer responsabilidade que possa advir a todos aqueles que comparecerem no próprio dia sem que nós tenhamos conhecimento. Agradeço a divulgação desta informação.
Um abraço a todos
sexta-feira, 20 de abril de 2007
COMPANHEIROS: NÃO SE REFORMEM DA VIDA !
Ao terminar a leitura pausada de “O erro de Descartes”, do Prof. António Damásio, retive, entre outras, uma conclusão que desfez uma dúvida que me acompanhava desde a fase adulta: “as emoções fazem parte do raciocínio, mas quando exageradas destroem-no”.Vem isto a propósito do arrepio que me atravessa a alma sempre que desaparece para sempre um amigo ou amiga de longa data.
E ao ler no nosso Blogue, ou nas mensagens entre Companheiros, a notícia da partida sem retorno de mais um dos nossos - fria mas necessariamente registada na base de dados que vai estiolando - presto em oração silenciosa um preito à sua memória; mas consigo sublimar a tristeza desses momentos, não através do fatalismo ou da morbidez, mas da serena e controlada emoção que a crença na Vida acaba por trazer para o plano racional.
Tenho por “assassina” a frase comum que parece ser a petrificação da vontade, o anúncio da inércia ou a extinção do estímulo: chegámos à terceira idade, ou mesmo à quarta idade…como quem diz que não podemos mais progredir e só nos cabe olhar para trás, como que acomodados para a eternidade.
Prefiro, meus caros Companheiros, chamar-lhe a idade de ouro, tal como as Pousadas de Portugal qualificam ( e não classificam ) os seus clientes na faixa dos 65 anos. Inteligentemente.
A esperança de vida continua a aumentar. Vive-se mais, mas é preciso acrescentar qualidade a essa vida, mantendo o corpo e a mente sãos. Já educámos gerações; ocupemos outros ofícios ou artes menos exigentes, continuemos diligentes nas solidariedades, cultivemos “hobbies”, cuidemos melhor da saúde – porque os sentidos vão pregando partidas e as feridas são agora mais difíceis de cicatrizar. Combatamos a inactividade e exercitemos a memória, recusando a solidão, mantendo a nossa autonomia.
Sublimemos, pois, as emoções e as angústias na racionalidade de um conceito aparentemente simples: o que é feito do nosso futuro ?
Por outras palavras: NÃO SE REFORMEM DA VIDA !
Luís Teixeira da Mota
Passeio ao Castelo de São Jorge - Lisboa
Enquanto não aparece a bem vinda, necessária e saudável “concorrência”, resolvi escrever mais umas linhas, no nosso blogue.
Nesta tarde bonita, que convidava ao passeio, atravessámos a rua e entrámos no Metro. Lá fomos, eu e a Alice, comodamente sentados, sem nos preocuparmos com as complicações de trânsito que a essa hora se sentiriam no exterior. É uma forma agradável de viajar, lendo o jornal que a empresa oferece aos utentes, ou observando quem entra e quem sai, quem conversa com a companhia que leva, ou quem fala ao telemóvel, em tom pouco discreto (e que assuntos às vezes partilhamos sem querer).
Neste momento, ando a tratar de documentação, para receber do Millenium BCP, o complemento de reforma, a que tenho direito, pelo tempo de empregado bancário, no grupo BPA.
Feitas estas diligências, saímos do Sindicato em direcção aos Restauradores, passando depois pela bela Praça dita do Rossio onde apreciámos a monumentalidade da Estação ferroviária da mesmo nome (agora de cara lavada), a beleza do Teatro D. Maria II, e o fervilhar de vidas que por ali vão passando ou estando.
Chegámos ao Largo Martim Moniz, que já faz parte da chamada “mouraria”, que, como o nome indica, era zona de mouros, que ao longo dos séculos, pela força ou pelo jeito, se foram tornando cristãos. De há anos a esta parte tem sido repovoada por outros povos, principalmente asiáticos e africanos, que pulverizam numa vasta actividade comercial, trazendo-nos as fragrâncias e aromas das especiarias de outros tempos. Aqui apanhámos o eléctrico nº 12 em direcção ao Castelo de S. Jorge. Pelo caminho, fomos observando as habitações antigas, com as características "águas-furtadas", deste bairro típico lisboeta, entre elas as da rua do Capelão, da Severa e do fado, hoje habitadas, na sua maior parte por lisboetas idosos.
O revisitar ruas por onde há muito não passava, fez destes poucos minutos uma pequena viagem de recordações dos meus anos mais frescos. Na Calçada dos Cavaleiros, lá estava o local de trabalho do meu avô paterno, uma entrada baixinha num prédio também baixinho, estreito e centenário, onde ele permanecia sentado, à espera do próximo eléctrico, para operar a “agulha”. Tinha a profissão de agulheiro da Carris, e isto passava-se na primeira metade do século passado, quando o percurso do eléctrico terminava em São Tomé.
Chegados ao Castelo constatámos que, contrariamente ao que a minha memória registava, hoje era necessário “pagar para ver”. Bem visível havia um cartaz que exibia os preços de ingresso. Mais uma vez “os tramei”, porque me incluía nas excepções, e por isso não paguei nada. Às vezes o ser “idoso”, tem destas vantagens!
Do alto das ameias desfruta-se um panorama soberbo, que nos transporta, na outra margem, desde Alcochete até à Trafaria, e a nossos pés a querida cidade de Lisboa, que com o rio mantém uma relação de namoro que não esmorece desde há muitos séculos.
Foi uma tarde bem passada. Venham conhecer Lisboa !
Nesta tarde bonita, que convidava ao passeio, atravessámos a rua e entrámos no Metro. Lá fomos, eu e a Alice, comodamente sentados, sem nos preocuparmos com as complicações de trânsito que a essa hora se sentiriam no exterior. É uma forma agradável de viajar, lendo o jornal que a empresa oferece aos utentes, ou observando quem entra e quem sai, quem conversa com a companhia que leva, ou quem fala ao telemóvel, em tom pouco discreto (e que assuntos às vezes partilhamos sem querer).
Neste momento, ando a tratar de documentação, para receber do Millenium BCP, o complemento de reforma, a que tenho direito, pelo tempo de empregado bancário, no grupo BPA.
Feitas estas diligências, saímos do Sindicato em direcção aos Restauradores, passando depois pela bela Praça dita do Rossio onde apreciámos a monumentalidade da Estação ferroviária da mesmo nome (agora de cara lavada), a beleza do Teatro D. Maria II, e o fervilhar de vidas que por ali vão passando ou estando.
O revisitar ruas por onde há muito não passava, fez destes poucos minutos uma pequena viagem de recordações dos meus anos mais frescos. Na Calçada dos Cavaleiros, lá estava o local de trabalho do meu avô paterno, uma entrada baixinha num prédio também baixinho, estreito e centenário, onde ele permanecia sentado, à espera do próximo eléctrico, para operar a “agulha”. Tinha a profissão de agulheiro da Carris, e isto passava-se na primeira metade do século passado, quando o percurso do eléctrico terminava em São Tomé.
Do alto das ameias desfruta-se um panorama soberbo, que nos transporta, na outra margem, desde Alcochete até à Trafaria, e a nossos pés a querida cidade de Lisboa, que com o rio mantém uma relação de namoro que não esmorece desde há muitos séculos.
Foi uma tarde bem passada. Venham conhecer Lisboa !
quarta-feira, 18 de abril de 2007
RECORDANDO......
Convívio de 19 de Maio, devido a problemas familiares.
No entanto e para recordar, mandou-me esta
foto, que só consegui hoje postar, porque um intruso me enviou um virus para o m/PC, que
me impossibilitou de trabalhar com ele durante uns dias.
Mas agora cá estou de novo com esta foto em que se vê em cima e da esquerda para a direita o aludido colega Martins dos Santos, seguido de outro cujo nome não recordo, depois o Couto Cabarl das Letras e mais 2 cujos nomes me falham,
embora pareça que os estou a ver. Tenho tentado relembrar os seus nomes mas não me consi-
go recordar e o Martins dos Santos, também não se lembra.
Em baixo e também da esquerda para a direita o primeiro não recordo o nome e a seguir os inconfundíveis, José Maria Pereira do Vale e o Jorge Gustavo Ferreira Estevão, que foi Chefe da Secção de Mertrópole e Ultramar.
Quem se lembrar dos nomes dos restantes que os vá dizendo, para ver se esta minha memória fica melhor. Artur tu quase de certeza que dizes os nomes de todos.
Amanhã inicio a postagem de 7 ou 8 fotos que me foram enviadas pelo n/Colega´e meu velho Amigo António Abrantes Castanheira, para o revermos bem como a outros que ainda cá conti-
nuam e outros que já se foram, mas que realmente é sempre bom recordar.
Desculpem-me, mas é uma das minhas características e um gosto dos maiores que tenho, rever
e mostrar-vos fotos dos n/Colegas e dos n/tempos no BCA.
Um abraço da Ilda Simões para todos e um obrigado ao Martins dos Santos.
segunda-feira, 16 de abril de 2007
Notícias de Luanda...
Perguntei ao Anapaz se ía estar presente no nosso próximo Encontro.
E a resposta foi...
...vou tentar minha querida amiga, vou tentar. Não está nos meus planos por causa dos jogos olímpicos de Pequim para 2008. ...Mas talvez vá aí por 15 dias. Um grande abraço.
E a resposta foi...
...vou tentar minha querida amiga, vou tentar. Não está nos meus planos por causa dos jogos olímpicos de Pequim para 2008. ...Mas talvez vá aí por 15 dias. Um grande abraço.
quinta-feira, 12 de abril de 2007
Mais uma recordação...

Último rallye do BCA. - 1974
A braçadeira verde, de "Comissário" era do saudoso Frenchi Henriques, grande amigo dos ex-BCA's, relacionados com o Grupo Desportivo, e colaborador no nosso Rallye.
No fim do Rallye, ofereceu-me a sua braçadeira com uma dedicatória.
A braçadeira vermelha, foi a que eu usei. BL
A braçadeira verde, de "Comissário" era do saudoso Frenchi Henriques, grande amigo dos ex-BCA's, relacionados com o Grupo Desportivo, e colaborador no nosso Rallye.
No fim do Rallye, ofereceu-me a sua braçadeira com uma dedicatória.
A braçadeira vermelha, foi a que eu usei. BL
quarta-feira, 11 de abril de 2007
O Coelhinho da Páscoa
Na Beira Alta, agora dita “Interior”, terra das origens dos meus antepassados, quando chegava a Páscoa, havia sempre rancho melhorado. Além do bom Borrego assado no forno, havia muitas outras iguarias, como o Bolo de Azeite, Bolo de Páscoa, Carolos, Chouriças e Farinheiras, Matrucos, Papa de Abóbora, Pão Alveiro, Pão de Ló, Queijo da Serra e Requeijão; Licor de Pêra. Enfim… tudo do bom e do melhor.
Num passado domingo de Páscoa, a família resolveu juntar-se com amigos na "minha" aldeia beirã, chamada Vila Franca da Beira. Cansados do bulício da cidade, gozávamos o sossego impressionante que nos rodeava, de quando em vez cortado pelo chilrear das andorinhas que pela manhã, voavam rápidas, junto às nossas janelas, a caminho dos ninhos nos beirais. Até o buzinar das carrinhas do padeiro, e do peixeiro, que nos trazia peixe (muito mais fresco do que aquele que por vezes compramos nos supermercados), vindo directamente da Figueira da Foz, não constituíam para nós qualquer desconforto.
Naquele domingo, a anfitriã decidiu-se por um coelho guisado. Sendo muito boa cozinheira, com experiência acumulada ao longo dos tempos, o resultado foi um coelho “divinal”. Nada de coisas complicadas, nem sequer o uso da carqueja, para dar aquele gostinho de mato, como por vezes fazem os caçadores. Nada disso! Era um coelho “caseiro”, comprado a uma vizinha, dias antes da nossa chegada.
Num passado domingo de Páscoa, a família resolveu juntar-se com amigos na "minha" aldeia beirã, chamada Vila Franca da Beira. Cansados do bulício da cidade, gozávamos o sossego impressionante que nos rodeava, de quando em vez cortado pelo chilrear das andorinhas que pela manhã, voavam rápidas, junto às nossas janelas, a caminho dos ninhos nos beirais. Até o buzinar das carrinhas do padeiro, e do peixeiro, que nos trazia peixe (muito mais fresco do que aquele que por vezes compramos nos supermercados), vindo directamente da Figueira da Foz, não constituíam para nós qualquer desconforto.
Naquele domingo, a anfitriã decidiu-se por um coelho guisado. Sendo muito boa cozinheira, com experiência acumulada ao longo dos tempos, o resultado foi um coelho “divinal”. Nada de coisas complicadas, nem sequer o uso da carqueja, para dar aquele gostinho de mato, como por vezes fazem os caçadores. Nada disso! Era um coelho “caseiro”, comprado a uma vizinha, dias antes da nossa chegada.
Família e amigos, reunidos à volta da mesa, no pátio que se antevê, nesta fotografia, por trás do muro da casa, enquanto saboreavam o gostoso repasto, iam conjecturando sobre como eram criados aqueles animais, bons talos de couve, boa erva apanhada no campo (por vezes um pretexto justificado para uma boa conversa na caminhada), com aquela paciência, quase “devoção”, que caracteriza este povo. Enfim, cabia-nos fazer as honras a um genuíno coelho caseiro.
Eis senão quando fomos interrompidos pelo apito estridente de uma carrinha que chegava, precisamente a meio do nosso almoço. Indaguei quem seria?. Responderam-me com toda a naturalidade, a esta hora deve ser o homem da ração para os animais.
Num segundo ruiu toda a nossa fantasia. “Coelho caseiro”, só se for por ser cozinhado cá em casa! Fez-me lembrar o empregado do restaurante que, ao ser indagado se a mousse de chocolate é caseira, responde sempre que sim “o meu patrão compra os “poses” na Makro e depois faz-se a mousse cá em casa”…
Como em tudo na vida também neste caso há o verso e o reverso.
Por um lado, a desilusão dos circunstantes por já não poderem deleitar-se com um coelhinho à moda antiga, mas por outro, o agrado de saber que afinal os sinais de interioridade destas terras vai-se esbatendo cada vez mais. Este tipo de modernices, “infelizmente” também já cá chegaram. BL
quinta-feira, 5 de abril de 2007
Ainda sobre: O fenómeno do "estranhamento" - Post da Severa
Concordo em absoluto com o texto da nossa amiga Severa, que resolvi comentar. No entanto, dada a extensão que lhe dei, a oportunidade do mesmo, a renovação de um convite, e o desejo de que não se perdesse no horizonte temporal de um comentário, decidi fazê-o sob a forma de "post".Por vezes, para manter alguma vivacidade que concordaremos tem sido pouca, vamos "metendo", no nosso blogue, alguma coisa. Umas vezes com algum interesse, outras vezes com pouco. Umas vezes com utilidade (caso da pesquisa de colegas ou endereços) , outras vezes nem tanto. Pela minha parte, geralmente opto por umas pequenas "inclusões", na área da informática! Procuro ser selectivo naquilo que envio, suscitando, pelo menos, a tal "curiosidade", que leva a fugir da rotina e, ainda mais, da inacção.
Num blogue que tem acesso médio diário de cerca de 50 visitantes ( não repetitivos), seria suposto haver maior número de participações escritas. Apesar de tudo, a nossa situação não é má, tomara muitos blogues terem o "interesse" que o nosso tem.
Fazendo uma analogia com o velho ditado sobre as cores: "se todos gostassem do mesmo o que seria do amarelo?" Na diversidade é que está a beleza do arco-iris. Cada pessoa tem o seu estilo, e os seus temas de eleição. Deixemos, pois, vir a "matéria prima", mais ou menos burilada (desde que cumprindo aquele pequeno conjunto de regras, já afloradas). É certo que os participantes actuais na feitura do blogue, são na realidade "Um Grupo de Amigos", mas - aqui surge a renovação do convite - a participação é aberta a qualquer ex-BCA (consideramos todos como Amigos) que o pretenda fazer, bastando para tal solicitar as necessárias instruções ao (aborgeslopes@gmail.com).
Voltando ao texto, ele é muito pertinente. Na minha opinião, considero importante que ninguém se escude na timidez para justificar a sua não participação.Venham os escritos.
No meu post abaixo, publicado também hoje: " Nem pensem!... Não vão ficar assim!... " já tentei "introduzir" algumas das dicas que foram respigadas do texto ( transcrição de Carlos Reis, apresentado pela Severa). Tentei que se enquadrasse em : estranheza; susceptibilidade de trazer modificações ao comportamento do leitor; motivação; imprevisível; e original. Concordo que peca por ser grande. Estou sempre disponível para aprender! E quem sou eu para aspirar mais?! Sou um simples informático reformado que vai estando vivo.
Desejo a Todos uma Páscoa Feliz !
BL
Nem pensem!... Não vão ficar assim!...
Há dias, numa destas manhãs primaveris, passei algumas horas de “todo o tempo do mundo” que tenho agora, no Parque Eduardo VII, cá na minha cidade.
De vez em quando aflora-me um forte desejo de pintar e, nesse propósito, fui ver se captava a imagem, para depois transpor para a tela, de uma das vistas mais apreciadas de Lisboa. Do alto do Parque vê-se uma faixa de Lisboa até ao Tejo, passando mesmo para a outra margem, alcançando, com o horizonte limpo, a serra de Palmela ou mesmo a da Arrábida.
Esta Rua larga, no topo da qual existem duas grandes colunas encimadas por argolas douradas, (erguidas pelo Estado Novo), coabitando com o monumento saído das mãos de Mestre Cutileiro em homenagem à dita “Revolução dos Cravos”, chama-se Alameda Amália Rodrigues.
Na margem norte desta Alameda, situa-se um Jardim muito bonito, também com o nome da nossa saudosa fadista.
Foi nesse jardim que encontrei a estátua apresentada neste “post”. As formas avantajadas da escultura, num tempo em que se advoga a beleza feminina de corpos quase escanzelados, provocaram-me certa estranheza e sobretudo curiosidade, pelo que cheguei mais perto, para ver do que se tratava…
Olhando aquela figura, assaltou-me um pensamento inesperado, relacionei-a com o nosso próximo convívio de Maio, na Mealhada, e disse cá para os meus botões, aqui está um motivo para escrever algo para o nosso blogue, que ultimamente tem estado muito “parado”….
Perguntar-me-ão, e o que é que tem a ver a escultura com o almoço? absolutamente nada, mas com o meu pensamento? tudo.! Será que alguns ex-colegas nossos, pensarão, como eu penso também: “… Lá vou eu para uma almoçarada, comer à “fartazana” e depois o corpo é que paga: colestrol, coração etc. etc …” e para não terem problemas com a dieta, desistem!
As pessoas que assim pensarem, podem estar descansadas que não vai acontecer nada disso. Na escolha do restaurante, houve a opção da qualidade em detrimento da quantidade. Mas descansem também os mais “comilões” que não irão passar fome.
Venham, pois, que, mais importante que o almoço é o convívio (tivemos uma boa prova disso em Setembro passado). Ao contrário do almoço, o convívio terá uma digestão muito mais dilatada no tempo, mercê das recordações certamente agradáveis que ali trocaremos todos. Venham!
De vez em quando aflora-me um forte desejo de pintar e, nesse propósito, fui ver se captava a imagem, para depois transpor para a tela, de uma das vistas mais apreciadas de Lisboa. Do alto do Parque vê-se uma faixa de Lisboa até ao Tejo, passando mesmo para a outra margem, alcançando, com o horizonte limpo, a serra de Palmela ou mesmo a da Arrábida.
Esta Rua larga, no topo da qual existem duas grandes colunas encimadas por argolas douradas, (erguidas pelo Estado Novo), coabitando com o monumento saído das mãos de Mestre Cutileiro em homenagem à dita “Revolução dos Cravos”, chama-se Alameda Amália Rodrigues.
Na margem norte desta Alameda, situa-se um Jardim muito bonito, também com o nome da nossa saudosa fadista.
Foi nesse jardim que encontrei a estátua apresentada neste “post”. As formas avantajadas da escultura, num tempo em que se advoga a beleza feminina de corpos quase escanzelados, provocaram-me certa estranheza e sobretudo curiosidade, pelo que cheguei mais perto, para ver do que se tratava…
Olhando aquela figura, assaltou-me um pensamento inesperado, relacionei-a com o nosso próximo convívio de Maio, na Mealhada, e disse cá para os meus botões, aqui está um motivo para escrever algo para o nosso blogue, que ultimamente tem estado muito “parado”….Perguntar-me-ão, e o que é que tem a ver a escultura com o almoço? absolutamente nada, mas com o meu pensamento? tudo.! Será que alguns ex-colegas nossos, pensarão, como eu penso também: “… Lá vou eu para uma almoçarada, comer à “fartazana” e depois o corpo é que paga: colestrol, coração etc. etc …” e para não terem problemas com a dieta, desistem!
As pessoas que assim pensarem, podem estar descansadas que não vai acontecer nada disso. Na escolha do restaurante, houve a opção da qualidade em detrimento da quantidade. Mas descansem também os mais “comilões” que não irão passar fome.
Venham, pois, que, mais importante que o almoço é o convívio (tivemos uma boa prova disso em Setembro passado). Ao contrário do almoço, o convívio terá uma digestão muito mais dilatada no tempo, mercê das recordações certamente agradáveis que ali trocaremos todos. Venham!
PÁSCOA FELIZ PARA TODOS
Caros Colegas,
Vou estar ausente até 9 de Abril, corrente.
Por essa razão, deixo aqui os meus votos sinceros de Páscoa Feliz para todos e respectivas Famílias.
Comam amendoas....... moderadamente, pois em quantidade, já estamos numa idade, em que não nos faz muito bem à saúde.
Um beijão para todos vós, da Colega Ilda Simões e de toda
a sua família.
UMA BOA E FELIZ PÁSCOA PARA TODOS E VOSSAS
FAMILIAS.
quarta-feira, 4 de abril de 2007
Revista Nortada
O fenómeno do "estranhamento"
“...Consiste em provocar no leitor a estranheza que contraria a rotina.
...
Se uma mensagem é o que serve para modificar o comportamento do receptor, o seu valor é tanto maior quanto maior a susceptibilidade de trazer modificações ao comportamento do leitor.
...
Não existe motivação, quando o receptor conhece perfeitamente, por força da habituação, os mecanismos de uma mensagem facilmente descodificada.
...
O efeito inovador só se concretiza efectivamente, quando reconhecido à custa de um grau mais ou menos acentuado de estranheza.
...
É preciso produzir uma situação de ruptura, introduzir no discurso um grau de novidade, provocar um certo efeito surpresa por força daquilo que sendo inovador, aparece como inesperado.
...
Não é preciso que a mensagem seja longa, mas antes que seja nova.
...
O valor da mensagem está ligado ao inesperado, ao imprevisível e ao original...”
Carlos Reis “O Conhecimento da Literatura”
Sem pedagogia, trago-vos um pedacinho de leitura ajustado às nossas necessidades.
A reprodução do texto que acabaram de ler é de certo modo intencional.
Não faltam leitores ao nosso Blog, mas os que temos já não respondem a “...determinados contextos padronizados e lugares comuns estafados...”.
A tal estranheza, faz falta !
...
Se uma mensagem é o que serve para modificar o comportamento do receptor, o seu valor é tanto maior quanto maior a susceptibilidade de trazer modificações ao comportamento do leitor.
...
Não existe motivação, quando o receptor conhece perfeitamente, por força da habituação, os mecanismos de uma mensagem facilmente descodificada.
...
O efeito inovador só se concretiza efectivamente, quando reconhecido à custa de um grau mais ou menos acentuado de estranheza.
...
É preciso produzir uma situação de ruptura, introduzir no discurso um grau de novidade, provocar um certo efeito surpresa por força daquilo que sendo inovador, aparece como inesperado.
...
Não é preciso que a mensagem seja longa, mas antes que seja nova.
...
O valor da mensagem está ligado ao inesperado, ao imprevisível e ao original...”
Carlos Reis “O Conhecimento da Literatura”
Sem pedagogia, trago-vos um pedacinho de leitura ajustado às nossas necessidades.
A reprodução do texto que acabaram de ler é de certo modo intencional.
Não faltam leitores ao nosso Blog, mas os que temos já não respondem a “...determinados contextos padronizados e lugares comuns estafados...”.
A tal estranheza, faz falta !
sábado, 31 de março de 2007
MAIS UMA RECORDAÇÃO
MAIS UMA FOTO PARA RECORDAR COLEGAS

MAIS UMA FOTO QUE ME FOI CEDIDA PELA
MARIA TERESA DE JESUS CABRAL ALVES,
MINHA COLEGA DE SECÇÃO E QUE ENCONTREI ATRAVÉS DO COLEGA COUTO
CABRAL.
ESTÃO NA FOTO A NATY A TERESA E OUTRA COLEGA DA QUAL NÃO ME LEMBRO.
O SR. VIRGILIO FERREIRA E O SR.AVELINO DE ALBUQUERQUE (JÁ FALECIDOS) E O SR.
JOSÉ MONTEIRO. RECORDEM.
quinta-feira, 29 de março de 2007
quarta-feira, 28 de março de 2007
PEDIDO DE AUXILIO - PARTE 2
Continuando a lista de Colegas que apenas constam nas nossas Listagem apenas com o nome e sem mais elementos, solicito a quem souber deles o favor de darem o m/contacto, para eu tentar actualizar a referida lista o mais possível:
-Carlos Alberto Pereira (O telf. que deu não está atribuído)
-José Mendes da Silva
-Luis Aberto Leite Pereira (Penso que vive p/o Porto ou arredores)
-Manuel José Martins
-Manuel José Romão
-Manuel Marques Barbosa
-Manuel Pinto Cardoso
-Maria Manuela Nova
-Maria da Graça Capelo Santos C.Mendes
-Maria de Lourdes Manso Sequeira
-Maria do Carmo Rodrigues Lucas (Drª) e seu marido
-Maria Dulce dos Santos Paiva
-Maria Gabriela Martins Malaguerra
-Maria Helena Figueiredo B.A. Abreu Mendes
-Maria Helena Quintas Zuzarte Ferreira Serra Santos
-Maria Helena Ribeiro e Silva
-Maria Isabel Calado Assunção
-Maria Isabel Pais Ferreira de Almeida.
Continua numa 3ª. e última lista.
Volto a informar que basta um toque para os meus contactos
Casa- 212230604 ou TM -917855900, que eu depois contacto p/saber os elementos.
Obrigado a todos os que visitam este Blogue e que possam dar informações para o contacto com estes Colegas. Bjs. p/todos da Ilda.
-
-Maria Antónia Paiva (Mulher do Agnelo Paiva)
-Maria Antonieta Martins Ribeiro
-
domingo, 25 de março de 2007
Estatísticas de acessos ao nosso blogue - semana 18 a 24 / Março
Não contam as visitas repetidas pelos mesmos visitantes no mesmo dia
sexta-feira, 23 de março de 2007
PEDIDO DE AJUDA
que existem mais de 50 , que apenas têm o s/nome na lista, mas não temos quaisquer dados de identificação dos mesmos, pelo que vou começar por pôr aqui parte dos nomes, para ver se alguém os conhece e lhes dá os meus contactos, para que consiga actualizar alguns dos nomes.
Como são muitos, vou começar por ordem alfabética:
-Abel Adolfo Morais de Carvalho (hoquista)
(Já foi a tantos convívios, que não acredito que
não haja um colega que nos possa dar a s/morada
ou nºs, de telef. ou TM, para eu lhe telefonar)
-Dr. Alexandre Manuel de Pinho Sobral Torres, que apesar de ter mail, o mesmo não é recebido.
Tirando o mail, nada mais consta da s/ficha.
-Gil Henrique da Silva Batalha
-Hernani Emanuel da Costa Maia
-Joaquim do Carmo Amaral e s/Mulher Ilda Alves Mendes (estiveram no último convívio em Setº./2006 e não deram nem morada nem quaisquer outros elementos)
-José Francisco Candeias Próspero
-José Henriques Patrício Teixeira (Penso que é o n/colega da Contabilidade conhecido por Zé-Zé), mas não tenho a certeza, é apenas um "feeling" meu.
-José Manuel Cristovão Simões
-José Manuel Freitas
-José Maria Esteves Martins
- Julio Ségio Machado da Conceição Felizardo
- Lilibete de Jesus Pereira
-Luis Alberto Santos Mourão Lourenço
-Luis Filipe Freire Alves Ferreira.
Nesta 1ª. parte do meu pedido de ajuda fico-me pela letra "L". No próximo vou continuar da letra "M", até ao fim do abecedário.
Deixo aqui os meus contactos:
Telef.PT-212230604 e TM-917855900.(Ilda Simões- Ex-Colega da Secção de Pessoal do BCA)
Basta que me dêm um toque a dar um nº. de telefone, que eu telefono e não deixo ninguém gastar dinheiro para dar os s/dados.
Peço a colaboração de todos que leiam este apelo, que nos ajudem a encontrar estes colegas.
Beijos para todos os Colegas ,da Ilda Simões.
Quero agradecer...
Ao Borges Lopes,
para quem vai inteirinho o mérito deste trabalho !
Aos Visitantes que por aqui passaram,
de acordo com o número de acessos, parece-me que contribuiu para captar a atenção de muitos colegas que, apesar de não se terem manifestado, devem ter ficado felizes por se reverem nas imagens que passaram neste Blog nos últimos dias.
Aos "Verdadeiros Artistas" desta festa,
tudo isto só foi possível porque houve participação.
Participação - a tal palavra mágica para que aconteça novamente em 19 de Maio
quinta-feira, 22 de março de 2007
quarta-feira, 21 de março de 2007
terça-feira, 20 de março de 2007
segunda-feira, 19 de março de 2007
domingo, 18 de março de 2007
sábado, 17 de março de 2007
Vamos esperar para ver...
No cantinho mais escondido de um dos meus armários, dos tais que têm um bocadinho de tudo, fui descobrir uma preciosidade que já nem me lembrava que tinha.Sei que, tal como eu, acham precioso tudo o que diz respeito ao nosso ex-BCA.
Por isso, resolvi enviar o que encontrei àquele que mais percebe de novas tecnologias – o Mestre Borges Lopes.
Com a simpatia a que já nos habituou e a quem agradeço publicamente, irá começar a reproduzir, em breve, um "vídeo" repartido em 5 blocos de cerca de 10 minutos cada, por ordem cronológica e à medida que forem estando disponíveis.
Éramos assim há uma dúzia de anos.
Rostos amigos, nomes que ocorrem, lembranças que surgem.
Vamos esperar para ver...
quinta-feira, 15 de março de 2007
Carnaval é Carnaval...
Após combinação prévia com a Julieta, desloquei-me a Canas de Senhorim em festa de Carnaval. A multidão aglomerava-se no itinerário do desfile, procurando os melhores lugares, e eu e meus familiares achávamos difícil o encontro no meio de tanta gente. Foi então que as novas tecnologias entraram em acção e, os telemóveis de ambos os grupos nos encaminharam no sentido certo. À surpresa seguiu-se a alegria de nos vermos depois de tantos anos, e logo começámos a pôr a conversa em dia. Com a Julieta estavam o seu marido, também ex-bancário em Angola, e uma amiga (natural de Angola) e o marido. Os temas de conversa foram os mais variados e a tarde passou-se em agradável cavaqueira, fazendo esquecer, um pouco, o frio que a neve da Estrela espalhava por ali.
Assistimos ao desfile, todo ele concebido, feito e apresentado por “filhos da terra”, que mereceu os aplausos de toda a assistência pelos momentos de beleza e boa disposição que nos proporcionou.
Assistimos ao desfile, todo ele concebido, feito e apresentado por “filhos da terra”, que mereceu os aplausos de toda a assistência pelos momentos de beleza e boa disposição que nos proporcionou.
quarta-feira, 14 de março de 2007
Luanda, Porto e Moamba
Esta foi a associação de nomes que me ocorreu, para catalogar este pequeno artigo.
Luanda, cidade onde eu fui feliz, durante alguns anos da minha vida. Moamba, um dos pratos característicos da cozinha angolana, de que muito fiquei a gostar. Porto, por ser uma cidade de eleição, de que gosto muito também, e onde, há dias, almocei este magnífico pitéu angolano. Razão tinha o Renato Santos, ao recomendar-mo.
O restaurante é na rua do Campo Alegre e tem este mesmo nome (www.campoalegre.eu). Foi uma “moambada” à maneira, com o indispensável “funge”. O restaurante tem muito bom ambiente, o Pessoal é muito afável e o “serviço “ de primeira categoria. O seu proprietário, Senhor Carlos é um magnífico anfitrião. Tem a vantagem de ter, mesmo em frente, um amplo parque de estacionamento.
Um pormenor importante: o cozinheiro é africano, e isso faz a diferença! Se gostarem deste prato angolano, não percam a oportunidade….
Um abraço e bom apetite!
BL
Luanda, cidade onde eu fui feliz, durante alguns anos da minha vida. Moamba, um dos pratos característicos da cozinha angolana, de que muito fiquei a gostar. Porto, por ser uma cidade de eleição, de que gosto muito também, e onde, há dias, almocei este magnífico pitéu angolano. Razão tinha o Renato Santos, ao recomendar-mo.
O restaurante é na rua do Campo Alegre e tem este mesmo nome (www.campoalegre.eu). Foi uma “moambada” à maneira, com o indispensável “funge”. O restaurante tem muito bom ambiente, o Pessoal é muito afável e o “serviço “ de primeira categoria. O seu proprietário, Senhor Carlos é um magnífico anfitrião. Tem a vantagem de ter, mesmo em frente, um amplo parque de estacionamento.
Um pormenor importante: o cozinheiro é africano, e isso faz a diferença! Se gostarem deste prato angolano, não percam a oportunidade….
Um abraço e bom apetite!
BL

Como apontamento, apresento uma foto, obtida nesta minha breve passagem, esta "Pérola" de um Porto antigo, ainda cheio de maravilhas.
sábado, 10 de março de 2007
Um Bilhete para ti, Júlia...
Onde quer que estejas, sei que vais ler estas linhas...
Foste dos primeiros nomes que citei, quando comecei a escrever neste espaço.
Quando penso em ti, vejo-te sempre a sorrir, foi assim que te vi pela última vez...
Aproveito esta imagem, onde marcaste presença, para te prestar a mais sentida homenagem.
Agora sim, Júlia, por ti faço o meu minuto de silêncio...
Foste dos primeiros nomes que citei, quando comecei a escrever neste espaço.
Quando penso em ti, vejo-te sempre a sorrir, foi assim que te vi pela última vez...
Aproveito esta imagem, onde marcaste presença, para te prestar a mais sentida homenagem.
Agora sim, Júlia, por ti faço o meu minuto de silêncio...
terça-feira, 6 de março de 2007
UM MINUTO DE ALEGRIA
Retirem 15 anos a este foto e revejam com alegria um rosto bonito numa figura saltitante, irreverente e familiar.

Partilhei com a MARIA CLARA MIMOSO GOMES DE AMORIM e seu marido, o “Manel”, momentos saborosos de convívio durante um jantar em Lisboa, nos idos de 1990.Depois, ainda tive algumas notícias da Clara, mas esfumou-se na natural cisão das nossas ocupações ( e preocupações ). Tentarei reencontrá-la por esta Lisboa imensa e pouco humanizada, para a trazer de novo ao nosso convívio. Menos para recordar e muito mais para saborearmos a força de uma pequena-grande Mulher, que soube impor-se pela sua competência e pela graça de transformar a vida num sorriso permanente, quase maroto. Residia e reside aí, por certo, o seu encanto, indiferente ao passar dos anos.
Luís Teixeira da Mota
terça-feira, 27 de fevereiro de 2007
Andar a pé e conhecer o passado
Já uma vez neste Blogue tive o grato prazer de publicar umas fotos que efectuei na Ribeira de Gaia com vistas para a Cidade do Porto. As imagens foram poucas para não saturar este espaço, mas geraram agrado e bons comentários.
Muito recentemente descobri uma forma muito simples de passar o tempo. Conhecer uma das cidades mais bonitas de Portugal. Pois é meus amigos estou a falar do Porto. É uma cidade multifacetada que dispões de um historial fabuloso e uma arquitectura de um passado recente e distante fantástica.
Mas o Porto não se resume aos locais de habitual passagem, ou seja a Zona Comercial. Tem muito mais, que só visto ou reproduzido em imagem, pode abrir o apetite a quem não conhece e mesmo aqueles que conhecendo a cidade nunca se aventuraram a caminhar sobre ela devido aos seus grandes declives, por mim falo que durante muito tempo a ignorei.
Pensei publicar mais fotos, mas como o problema se mantinha e porque nas minhas deambulações pela Internete procurando informações literárias de um Homem do Porto de nome Helder Pacheco que melhor me ajudassem a descobrir e entender as ruas, ruelas, monumentos e seus significados, encontrei uma maravilhosa página com imensas fotos que vos aconselho a ver cliquem no link abaixo e digam da vossa justiça o que acham:
Carreguem na imagem que pretendam ampliar.
www.pbase.com/jandrade/ruas_do_porto&page=1
P.S. e consultem também:
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007
UM MINUTO DE SILÊNCIO
Uma pausa no curso diário do nosso Blogue, para testemunhar aos que foram dirigentes do BCA – e cedo partiram – o respeito pela sua memória e o reconhecimento por terem partilhado, a nosso lado, momentos colectivos de expressão e de exaltação institucional.
Uma foto que, junta a outras do álbum profissional de cada um de nós, traz à evocação magoada tantos rostos familiares que nos acompanharam na senda da vida, Companheiros outros a que nos ligavam afectos de alma.
E na transversalidade das Fés, reflectida no Além- Mar das nossas convicções, fica de TODOS eles, Companheiros e Companheiras de uma juventude longínqua, um sentimento de perda, compulsado neste minuto de silêncio recolhido, que nos cumpre sublimar através da exaltação dos Valores da Vida.
Luís Teixeira da Mota
domingo, 18 de fevereiro de 2007
Parabéns Manuel José Martins
O agora


É meu hábito dar os Parabéns no dia e nos comentários. Mas hoje resolvi ser diferente e estou aqui, tal como sou agora a enviar-te os meus parabéns e votos de longa vida cheio de saúde, alegria e amor. Só hoje vi que tinhas feito anos ontem, mas como estou há 10 dias em casa dos meus
filhos porque o m/marido foi em serviço aos Açores, tenho vindo pouco ao PC.
O antes-à esquerda.

Acho que te lembras de mim da Secção de Pessoal e também 6 meses na Tesouraria, muito perto de ti. Também creio que foste uma vez pelo menos a Sesimbra, quando eu tinha o Café Mussulo.
Desejo-te tudo o que mais se pode desejar na vida a um amigo, saúde, felicidade, harmonia, amor, paz e algum dinheirinho, para que se possa conjugar tudo isto.
Mil beijinhos de Parabéns da tua Colega e Amiga. Ilda Simões
sábado, 17 de fevereiro de 2007
Mais um miminho...
Lembram-se do ex-BCA, mais conhecido pelo Martins do Estrangeiro?
Faz anos hoje.
Faz anos hoje.
Parabéns Manuel José Martins!
quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007
RECORDAR É VIVER...
Mais uma vez estou a colocar aqui este site. Foi actualizado com mais 830 fotos. Isto deve-se ao trabalho do meu amigo Vitor Carrilho. Bem Hajas.
www.nossoskimbos.com
www.nossoskimbos.com
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007
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