sábado, 27 de outubro de 2007

EM RESPOSTA AO RENATO AQUI VÃO 2 FOTOS




Dois aspectos da
Entrada Princi -
pal do BCA
(Estas fotos foram cedidas pelo Colega Alvaro Nova,
filho do Sr. Plácido da Nova
um dos Pionei-
ros do BCA.

sábado, 6 de outubro de 2007

“Só existem dois dias em que nada pode ser feito...

... Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar e principalmente viver.” (Dailai Lama).

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Recordar


Esta foto completa 40 anos em 2008. Foi o primeiro computador, que existiu no BCA (Janeiro de 1968).

Era um IBM-1401H com 4K (quatro mil) posições de memória!

Curiosidade: Foi nele que se informatizou, pela primeira vez, o Rallye do BCA.



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Os noticiários televisivos de ontem referiram, mais uma vez, a próxima cimeira Europa/África, a realizar ainda este semestre em Lisboa, o que me levou a recordar a minha passagem pela nossa querida Angola.

Alguns meses já se passaram desde o nosso grande encontro deste ano, realizado em Maio.

É altura de envidar esforços para a realização do próximo, que, segundo se opinou na altura, se realizará em Abril de 2008.

Não há pessoas nem grupos especiais. Para tratar dos assuntos colectivos todos são bem vindos, porque disponibilidades e ideias nunca são demais. O que é preciso é que haja uma grande mobilização para que a participação seja tão grande ou maior que a deste ano.


Enviem as sugestões através do blogue para que possam ser conhecidas de todos, pensadas e discutidas, servindo assim de ferramenta de apoio às decisões a tomar.

Para já, vou lançar uma:

Deveria agendar-se a reunião prévia de preparação para antes do fim do ano, pelo que é necessário conhecer quem se disponibiliza para ajudar a organizar o próximo encontro anual. Esse mini encontro, aberto a todos os ex-Colaboradores do Grupo BCA, futuros “organizadores” ou não, deverá realizar-se em local que seja do agrado da maioria dos que pensam aderir a este primeiro evento.

E para não deixarmos de “verter uma lágrima pelo canto do olho”, esse encontro convívio, além dos momentos de carácter organizativo, poderia englobar também a vertente gastronómica, de preferência com comida tipicamente de África, e “temperado”, quem sabe, com um pouco de musiquinha também desse grande Continente.

Pensem nisto!

Publiquem sugestões!

Abraço - BL


terça-feira, 25 de setembro de 2007

Só acontece aos outros ?!...

Olá, Amigos

Como o Teixeirinha palpitou, este verão é que foi! Ganhei coragem e fiz duas grandes viagens de carro pela Europa.

A primeira foi até à Holanda e Alemanha, com algumas paragens pelo caminho, e dormidas em Hotel. A segunda foi até Barcelona, desta vez acompanhados por um irmão de minha mulher e esposa, com uma caravana atrelada, e as necessárias paragens em Parques de Campismo. É desta última viagem que vou contar uma pequena história.

Na ida, passámos por Lérida (Lleida, para os catalães) e aí acampámos. Durante a visita turística à cidade, feita, com agrado, recorrendo ao comboio “lagarta”, pudemos apreciar a beleza e monumentalidade da mesma. Em dado momento a guia que nos acompanhava alertou-nos para um edifício, em construção, que fazia parte do complexo universitário, e fora desenhado pelo nosso arquitecto Siza Vieira. Orgulhámo-nos claro.


Sé Velha de Lérida

“Um dos monumentos com mais história desta cidade é a Sé Velha, e foi edificado no século XIII, sobre as ruínas de uma antiga mesquita. A obra, devido à sua dimensão, continuou durante diversos séculos. A planta desta igreja é em forma de cruz latina…” (texto adaptado: Wikipédia)

Sozinhos resolvemos então subir ao ponto mais alto da cidade, para visitar a “Sé Velha de Lleida”.

Lá chegados subimos a escadaria que dá acesso à entrada principal, e aí tratámos de adquirir os ingressos. O meu cunhado, que ficara mais atrás, a filmar a bela panorâmica que dali se desfrutava, foi abordado por um indivíduo, com uma pistola na mão, que o encostou à parede, ameaçando atirar se ele não lhe desse a bolsa com tudo o que trazia na mesma. Num acto entre a surpresa e a dúvida se a arma e a intenção seriam mesmo verdadeiras, deu-lhe um empurrão e galgou o resto das escadas indo juntar-se a nós, ainda perseguido pelo agressor que mantinha a pistola na mão agora apontada às costas. A minha cunhada, que se apercebeu que algo estava mal, colocou-se, corajosamente, no meio deles, tentando saber o que se passava. Ainda tive tempo para olhar para a cara do homem. Estava um pouco desorientado com sinais de perturbação mental.

Quando se apercebeu que o meu cunhado fazia parte de um grupo, e apercebendo-se da língua que falávamos, baixou o braço ao longo do corpo, ainda de pistola na mão, saiu apressadamente e murmurou com ar desalentado “ portugueses!…”

O que é que ele quereria dizer com isto?!

Abraço a Todos - BL

Torre dos Clérigos

É a torre mais alta de Portugal , 76 metros de altura, 6 andares e 225 degraus.

Foi construída entre 1754 e 1763, pelo arquitecto italiano Nicolau Nasoni que está sepultado no seu interior não se sabendo o local.

Edifício classificado como monumento Nacional, tendo no seu interior verdadeiras relíquias da Arte Sacra, muito bem conservadas e cuidadas. Este imóvel inicialmente e durante bastantes anos funcionou também como Hospital do Clero. Merece ser visitado.

Vejam as imagens que fotografei no passado sábado bem como a maravilhosa vista que se desfruta do seu ponto mais alto.

Para ver melhor a imagem basta clicar sobre ela ou em SLIDE, de imediato abre o programa que aumenta o tamanho de cada foto com várias situações, é só escolher lendo as preferências ou clicando nos botões de trabalho.

Saudações
Amândio Caldeira

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Que ricas férias!










Numa das minhas últimas intervenções no nosso blogue, referi que, mais uma vez, as minhas férias seriam passadas em Baião e Mirandela.
E assim aconteceu. A 7 de Agosto, lá fomos, “para fora cá dentro” eu a Ana, a Kika e o Alfa .
A Kika já nos seus mais de dez anos de idade não é propriamente "flor que se cheire". Ou melhor, não é “pessoa” de confiança. A estranhos não hesita em mostrar as garras e mesmo aos donos, nem sempre inspira confiança.
É verdade que eu não tenho propriamente razões de queixa, .... pois o respeitinho é muito bonito. E a Kika desde muito nova pecebeu que eu, também com ela, gosto de “lealdade”. Mas ainda hoje, de vez em quando, lá vai uma boa “palmada”. E no entanto, quando chego a casa, ali está ela estendida na carpete para receber uma festinha. Enfim, confesso que temos as nossas cumplicidades! E ela, tal como eu, "é um bom garfo" e tem uns quilitos a mais!
O Alfa, porque a dona se ausentou do País, veio passar férias connosco e com a Kika. E não foi fácil o seu convívio com a Kika. O que não nos surpreendeu. Ela é mesmo dona do seu nariz e não dá muita confiança. Nem mesmo aos seus “semelhantes”. E, assim, o Alfa foi passando os dias mais ou menos temeroso e afastando-se ou aproximando-se sorrateiramente, procurando ganhar a confiança da sua "amiga(?)". O que ainda não conseguiu totalmente!
Não conhecêssemos nós a Kika e diríamos que era um problema de idade. Ele, jovem de um ano, desejava brincar e ela, na sua vetusta idade, já não tinha paciência para as suas “diabruras”.
Mas não foi necessariamente assim! E percebe-se. A Kika sempre foi senhora absoluta dos espaços de casa; sempre se passeou por toda a casa, quer em Lisboa quer em férias (Baião e Mirandela). Partilhá-los com o Alfa era coisa que não desejava. Isto a acrescentar ao seu “mau feitio”.
Mas o tempo foi passando e, hoje, as relações sociais entre os dois são bem mais amistosas. Mas de vez em quando, lá vai mais uma corrida.
E assim, eu e a Ana, os fomos aturando. Aliás o Alfa ainda não regressou a casa, sinal de que é bom companheiro. O que vai acontecer por estes dias.
Ambos têm uma coisa em comum: foram adoptados quando eram "jovens sem abrigo". Ela, ainda “bebé” foi abandonada pela mãe, quando fazia parte de uma ninhada de cinco irmãos, e adoptada pelo nosso filho Miguel. Curiosamente, quando ele vem de férias, uma vez por ano, é a ele que ela mais se dedica. E não consta que alguma vez lhe tenha faltado ao respeito. O Alfa, com escassos meses, vivia das “esmolas” de quem passava na rua. Mas um dia, depois de vários encontros e algumas carícias, resolveu saltar o muro, foi atrás da Luísa parecendo perceber que, com mais um pouco de atrevimento, teria ali uma protectora. E não se enganou. De sem abrigo passou a autêntico príncipe, lá em casa. E bem merece, pois ele, ao contrário da Kika, é um “mariquinhas-pé-de-salsa”.
O Alfa, além de muito “bem vestido”, é elegante e muito meigo. Até nos apetece não o devolver à dona. O que sabemos ser impossível.
Enfim, quando tantos e tantos animais são abandonados pelos seus "donos" porque não querem ou não podem levá-los de férias, a Kika e o Alfa, posso afirma-lo sem qualquer hesitação, tiveram umas ricas férias.
E foram, para que conste, nossos bons companheiros.

P.S.: Esta é uma mensagem que pretende ser uma homenagem a todos os que são incapazes de abandonar os seus animais.

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

O que pensam dos Americanos ?

Após uma longa ausência, que interrompi apenas para cumprimentar um amigo no dia do seu aniversário, resolvi contar-vos o que tenho feito.

Dediquei-me, quase exclusivamente, aos exames e dos sete a que me propus, fiquei com dois para repetir. Sociedade e Cultura Norte-Americanas, já no dia 5 de Setembro e Sociedade e Cultura Inglesas em 22 de Novembro.

Transmitindo aprendo e por isso vou tentar fazer um leve retrato da Sociedade Norte-Americana, dos seus conceitos, das suas leis e dos seus movimentos sociais e políticos.

Sempre ouvi dizer que “cultura é tudo o que fica quando se esquece aquilo que se aprendeu”

E porque de cultura se trata, penso que é um tema que interessa a todos, mas deixo os argumentos e as opiniões ao critério de cada um.

Vou falar-vos apenas de alguns conceitos, o resto fica para depois.
...................
American Dream – o conceito de liberdade, de democracia, de aumento de poder económico como fuga à pobreza e à fome
Peculiar People – O isolamento das colónias, o clima agreste e a luta pela sobrevivência transformou os Puritanos, protestantes ingleses dissidentes, num povo peculiar.
America’s Uniqueness – capacidade de mudança, característica única da América e a marca cultural do povo americano
Manifest Destiny – convicção do povo americano de que o seu destino era aumentar o país, o seu dever promover os povos menos afortunados e a sua obrigação salvar a humanidade do comunismo.
The Dispossessed – a deslocação forçada das comunidades índias
Tree of Liberty – factores que contribuem para a formação da consciência política dos americanos.
Frontier – conceito atribuído à faixa de terreno cujo limite era um território já povoado, com terras a preços reduzidos, que atraíam os pioneiros dispostos a enfrentar a vida árdua do Oeste.
New Frontier – slogan da campanha de John Kennedy – conceito que defendia que a melhor garantia de paz social e de prosperidade era uma economia em contínuo crescimento.
Peculiar Institution – designação de Benjamin Franklin para a escravatura.
New Negro – Culto do primitivismo e do exotismo, ligado à africanização do negro americano
New Womanhood – Conceito de que a “Nova Mulher” devia ser educada para uma independência intelectual e económica
New Man – conceito de que a identidade nacional dos americanos era determinada pelo facto de resultar de uma amálgama de diferentes raças que se fundiam numa única.
A pergunta de John de Crèvecoeur... (Letters from an American Farmer)
Here individuals of all nations are melted into a race of men, whose labors and posterity will one day cause great change in the world. What is an American, this New Man?”

A resposta de Lionel Trilling…
Americans, come in; two sexes, several colors, all ages, shapes and sizes, from all sections of the country, worship various Gods”.

Obs.: Notas retiradas do Manual de Sociedade e Cultura Norte-Americanas
Autora - Maria Laura Bettencourt Pires
Licenciada em Filologia Germânica pela Faculdade de Letras de Lisboa
...................
O interesse em algum destes conceitos, pressupõe uma pesquisa com outro desenvolvimento e pormenor, que não cabe neste Blog
Foi talvez a utilização mais abusiva de sempre dum espaço que é de todos.
Obrigada e até breve!

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Olá amigos




Estou de volta ao Blogue depois de uns largos dias de férias. E como disse o Teixeirinha para quê passar férias lá fora se temos cá dentro tudo do bom e do melhor.

Aproveitando um convite fui aos Açores, Ilha Terceira e assentei arraiais na Praia da Vitória. Percorri toda a Ilha que é bastante grande, tive o prazer de provar da sua gastronomia que é divina. Os seus habitantes são extremamente simpáticos e cordiais. A segurança e o bem estar são tão grandes que as casas ficam abertas sem a chave na porta que me lembram o Portugal da minha infância. É bom poder desfrutar da confiança da comunidade, dá paz e serenidade.

Neste mês de Agosto toda a Ilha estava muito festiva. A começar pela Praia da Vitória, local em que estive mais tempo e que encontrei em festa, com uma grandiosa feira gastronómica. As largadas de touros à corda são imensas e por toda a Ilha. É um espectáculo fabuloso e digno de ser visto, dá para rir e também para preocupar tais são os momentos por vezes tensos e sempre causados por alguma irresponsabilidade ou falta de sorte, mas é tradição e está na massa do sangue de quem se aventura.

Praias imensas sem a areia que estamos habituados a ter, mas com uma água tão cristalina e livre de poluição que só dá vontade de mergulhar tal é a sua temperatura. A Praia da Vitória tem um imenso areal de areia escura, a restante Ilha são zonas balneares em que as suas rochas com cimento à mistura as transformaram em Piscinas naturais, uma beleza que aconselho conhecer.

Fiz mais de 500 fotos e muito vídeo. As imagens que publico são aquelas que penso serem as melhores para ilustrar o quão bonito é este espaço de Portugal, vão desde a Praia da Vitória a Angra do Heroísmo no seu principal percurso, com vistas de um vulcão extinto (Algar do Carvão) é simplesmente belo no seu interior e exterior. A praia mais bonita que encontrei foi no lugar de Biscoitos que também tem um Museu do Vinho no qual é mostrado o percurso de cultura da vinha e que curiosamente têm o mesmo nome do lugar, em que os terrenos são aos quadrados com muros de pedra de lava, com o chão revestido da mesma matéria prima e as videiras em pequenos círculos espaçados, em que o sol aquece as pedras de dia e estas libertam o calor de noite provocando o amadurecimento da uva. Locais de paisagem diversas, mas o melhor é a sua visita. Gostei muito, vou voltar.

Termino com um pedido de desculpa ao Jaime Pamplona Areias BCA que mora na Praia da Vitória e que não tive o prazer de rever apesar de pernoitar muito perto da sua casa. O tempo foi curto e bem aproveitado saindo sempre cedo e regressando tarde, pensei sempre que no dia seguinte o iria procurar e quando dei por mim já estava de regresso no avião.

Tenho estado muito arredado do Blogue, não o visitando nem dando notícias, não tive computador neste intervalo, agora vou ter de por a escrita em dia, pelo que voltarei a aparecer mais dia menos dia.

Apreciem as fotos que estão em movimento, são bastantes mas o espaço que o programa que as mantém ocupa permite esta ousadia, clicando numa foto esta pára e tem por baixo uma legenda informativa a que se refere ou então clicando duas vezes abre o site do alojamento e pode seleccionar o que quiser.

Um abraço a todos


Amândio Caldeira

domingo, 26 de agosto de 2007

GARE MARÍTIMA - LUANDA-BCA

Como todos ou quase todos sabem, o BCA, orgulhava-se de ser o primeiro Banco Comercial implantado em território Angolano. Para isso, além da s/1ª. Sede, orgulhava-se também muito
da s/Sede Social, implantada, anos mais tarde, num edifício de s/propriedade e que era nos anos setenta o mais alto Edificio da Capital de Angola (20 andares). Fez entâo e progressivamente a
sua expansão, quer a nível de Agências, noutras cidades, quer a nível de Dependências, dentro de Luanda, a fim de melhor servir a população. Pois bem, após esta introdução, vou relembrar-
-vos a n/Dependência da Gare Maritíma, inaugurada em 27 de Julho de 1970.
Se pensam que isto é apenas fruto da minha memória, pois desenganem-se. É fruto do meu querer e da colaboração do n/Amigo e Colega António Abrantes Castanheira, que me forneceu a foto, me indicou a data de inauguração daquela Dependência e também os nomes dos Colegas, que estão na foto e que também são bem conhecidos por mim.
Espero que gostem de relembrar, mais esta relíquia do BCA.






Na foto- Dentro das instalações os n/Colegas Alda e Fernando Serra.
Na parte de fora o Celestino de Jesus Baptista e o Luis Bastos Teixeira da
Mota ( este último totalmente de costas).

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Palavras doces...


As pessoas que passam na nossa vida, são únicas!
Deixam sempre um bocadinho de si e levam um bocadinho de nós…
É a mais bela responsabilidade da vida.
A prova de que as pessoas não se encontram por acaso…

Charles Chaplin

………

Manuel Duarte de Almeida

Amigo, tu foste, de certeza, uma dessas pessoas que eu tinha de encontrar e a prova de que não foi por acaso, é que não te esqueci…

Parabéns, porque fazes anos hoje!

domingo, 29 de julho de 2007

De malas aviadas.....





O mês de Agosto é tempo de férias por excelência.

E se alguns "mais apressados" por conveniência própria ou das respectivas entidades patronais já gozaram férias, a maioria prepara-se para um merecido descanso durante o "oitavo mês".
E os reformados vão de férias porque mudar, algum tempo, de "ambiente" é necessário e "faz bem à saúde"!

Tenho-me interrogado, frequentemente, se as férias não deveriam, antes, concentrar-se entre o sexto e o sétimo mês, coincidindo com o "meio do ano civil". Mas na verdade parece que Agosto se torna mais convidativo ao descanso, por ser aquele período do ano em que o calor mais se faz sentir. Ainda que, de vez em quando, S. Pedro pregue uma partida aos veraneantes.

Este ano, segundo as previsões o tempo estará mais quente.

Esta ideia de quente leva-me a fazer um parêntesis recordando o meu professor de Português na Escola Industrial de Luanda e na Escola Comercial de Vicente Ferreira - João Afonso Lima - quando nos corrigia dizendo: não é correcta a expressão "está calor"; devemos dizer "está quente" ou "faz calor", quando nos referimos a temperaturas elevadas. Está calor é, segundo as regras do bom português, uma expressão errada. Mas raramente utilizamos a forma correcta.

Voltando às férias, parece que por cá os Portugueses cada vez viajam menos. Como hoje se viu por uma pequena amostra de uma das TV's, o dinheiro não chega e é cada vez menos. E os que ainda se aventuram numas férias pelo estrangeiro, fazem-no recorrendo ao crédito. E nem sequer se dão conta de que irão pagar juros com taxas da ordem dos 16% a 20%. E a banca agradece!

Por mim, vou mais uma vez até terras do Norte, repartindo as férias entre Baião e Mirandela.

Dois locais de rara beleza e de onde é possível, numa viagem de algumas dezenas de quilómetros, disfrutarmos de paisagens maravilhosas. E melhores seriam se os incêndios, recorrentes, não destruíssem, sistematicamente, muitas centenas de hectares de floresta.

Já coloquei neste nosso blogue algumas fotos de Mirandela, hoje ofereço aos colegas (e visitantes) algumas fotos de Baião.

Espero que gostem. E se quiserem, apareçam. Há sempre lugar para bebermos um copo. E garanto-vos que é do bom!

Um abraço e boas férias

segunda-feira, 16 de julho de 2007

CARTAZ DE MEMÓRIAS

Há dias tive um sonho, para mim deslumbrante e por isso vou partilhá-lo convosco e passo a descrevê-lo:

Reportava-se ao ano de 1974 e esse sonho era mais um trajecto de uma parte do meu percurso de vida, nessa altura ainda, no BCA.

E vou então relatá-lo:


No meu sonho estava a entrar no Edíficio Sede do BCA. Entrei pela porta principal, onde se encontrava o Sr. Plácido da Nova, um dos pioneiros do
BCA, que se apressou a abrir-me a porta , com a sua deferência habitual.

Como muitos de vocês sabem, ou pelo menos, penso que recordam, no ano de 1974, a meu pedido, fui colocada por 6 meses na Tesouraria, onde em conjunto com o Eduardo Trindade, fazíamos o fecho geral diário da mesma. Entrei então pelo lado direito das instalações e comecei por cumprimentar a Maria Antónia P.Carvalho, mais tarde, também Paiva, pelo s/casamento com o Agnelo Paiva, a Miraldina e a Manuela Brito Loureiro, 3 das colegas da Secção de "Abertura de Contas", que se encontravam a preparar documentação para mais um dia em que iriam, certamente, arranjar mais uma ou duas dezenas de clientes, ou não tivessem elas sido escolhidas para essa Secção, pela s/boa apresentação, simpatia e comunicabilidade.

Andei um pouco mais e dei um aperto de mão ao Jorge Estevão, Chefe da Secção de Metrópole e Ultramar, que trocava impressões com o César João Rodrigues Augusto, com o Rui E. Sampaio e o Amâncio Coelho Ezequiel de Almeida. O Telmo Tavares de Matos iniciava o seu dia, falando com o António José Feijão Fontoura, com a Adelaide e a Maria Madalena Vilamariz Martins da Fonseca. O Herculeano do Quental Gouveia falava com a Lina Maria Carvalho Vieira e a todos cumprimentei, sorridente, com a alegria própria dos meus 28 anos e o conhecimento com todos , que me era trazido dos meus 12 anos de serviço na Secção de Pessoal, onde não havia quem eu não conhecesse, pois todos passavam por lá, antes de serem colocados.

Fui então cumprimentar o meu Chefe, na altura, o Sr. Angelo António da Silva Oliveira, Tesoureiro Chefe do BCA, o Trindade que já me esperava, sempre bom colega e de trato agradável para todos e para mim , além disso um bom professor de todo o trabalho da Tesouraria.

Já sentada na minha secretária (tinha ido substituir a Ilda Mendes, que se casara com o n/Director Joaquim do Carmo Amaral), olhei à minha frente e dei por mim a cumprimentar com um aceno de cabeça, o Fernando Cruzeiro e o Carlos Insua Gonçalves. O Joaquim Oliveira e o Delfim Alberto Nunes Beirão, que vinham da Casa Forte com os seu Baús, passaram por mim e foram eles a cumprimentar-me. Também dei um olá rápido ao J.Martins dos Santos, sempre com o cuidado que o meu Chefe não me chamasse a atenção, uma vez que estava na Tesouraria há muito pouco tempo e nas minhas novas funções, queria deixar boa impressão, como era de meu feitio e profissionalismo.

Já com tabalho entre mãos, olhei para a Secção de Estrangeiro onde o Sr. Mariano, Chefe dessa Secção, falava com o José Maria Pereira de Lima e com o Armando de Jesus Inácio. O George Barendse falava com o José Eduardo Alves Pacheco e a Katia, já batia à máquina o seu primeiro trabalho do dia, tal como a Manuela. O António M. Santiago Duarte e o Carlos Alberto Santiago dos Reis estavam a falar. Não sei se a conversa era de serviço ou se estavam a comentar o resultado do jogo de Basquetebol que tinha sido na noite anterior e com o resultado favorável aos n/colegas do BCA.

Lá no fundo da sala , mas que se via perfeitamente bem da Tesouraria, laboravam já as Secções de Depósitos e Posições e os seus Chefes, Fernando Sarmento e António Abrantes Castanheira, ladeados pelo Fernando da Silva Serra e pelo João Nuno de Castro e Paiva (irmão do Agnelo e do Rogério) . A seguir estavam os Mecanógrafos das máquinas NCR32, que já batiam os seus primeiros lançamentos do dia, fazendo talvez, como era uso deles regatas, para verem quem lançava mais, o que além de desembaraçar o trabalho, fazia com que alguns sobressaíssem de outros e fossem mais tarde premiados por isso, com uma promoção. Entre muitos lembro-me Rogério do Paço Afonso e outros.

Quando a "Caixa" Juliana veio pedir uma importância grande, para fazer os pagamentos dos vencimentos dos empregados da firma Cunha & Irmão, n/grande cliente, eu ofereci-me logo ao Sr. Oliveira, para ir eu à Casa Forte buscar aquele montante a fim de que ele já um pouco entrado na idade, não se cansasse, nem tivese de se levantar. Agradeceu-me todo contente e deu-me um molhe de chaves que pareciam as de S.Pedro. Disse-me quais as que tinha de usar e lá fui eu toda satisfeita por ir fazer aquele pequeno favor ao m/Chefe.

Subi os degrau e entrei então na Casa Forte, onde o Amadeu Oliveira (irmão do Camilo), o Helder Baeta e o Fernando da Silva Alves, se encontravam a contar e arrumar notas que de seguida iriam para a parte da Casa Forte, restrita ao Tesoureiro-Chefe e que estava dividida do sítio em que eles estavam por uma grade. Foi essa grade que eu me ofereci ao Sr. Oliveira , que confiava em mim e me deixava lá entrar, para abrir e retirar o numerário necessário, pois nessa época, estava vazio o lugar de Sub-Tesoureiro, pela saída do Camilo Oliveira. Entrei nessa parte, fechei a grade à chave e contei o dinheiro que era necessário para a Maria Juliana Matos e quando já estava pronta para sair e voltar a fechar a grade, eis que aparece na Casa Forte o Julio Manuel Pessoa Seabra, perguntando quem dali iria nesse ano de "Licença Graciosa" Respondi-lhe que ía eu no final de Maio e ele afirmou..."já não vais, porque houve um golpe de Estado no Puto" (palavra muito usada para definir Portugal) e que já não iria ninguém.


Aí penso que o meu coração bateu tão forte, que acordei desse sonho e caí em mim. Não era senão um sonho e voltei a ver-me com os meus 61 anos e não com os 28 de 1974, em Portugal, já sem carreira bancária, caindo na real.

No entanto já bem acordada, relembrei que nesse ano de 1974, ainda vim de "Licença Graciosa" por 4 meses, que todos os meses ia ter com o Sr. Anibal Barbosa e com a D. Maria Alice, para ir receber, na Rua de S. Nicolau em Lisboa e que regressei a Angola nos primeiros dias de Outubro daquele ano, onde permaneci até 27 de Julho de 1975, donde saí para n/etapas da m/vida em Portugal, onde ainda foram algumas e bem diferentes do meu cargo de bancária.

Para mim foi bom, recordar estes sítios e estes colegas amigos, que sempre o foram para mim. Mas agora, bem acordada, tomei conciência de que foi mais um sonho bom,para recordar velhos tempos. Espero, ter aberto também um pouco das v/lembranças, que não passou de

UM CARTAZ DE MUITAS DAS MINHAS MEMÓRIAS.

ILDA SIMÕES.



quinta-feira, 12 de julho de 2007

Poesia

A pedido do Nosso Amigo Luís Teixeira da Mota abaixo publico um soneto de sua autoria:




Lágrimas perdidas



Como folha caída do açude,
A notícia, brutal, rolou…
Levando com ela a juventude
Perdida, amada por quem amou.


Fiz-me ao mar, do sal mais amargo,
Agitando ecos da tua morte;
E o barco avançava para o largo
Vogando p´la noite, já sem Norte.


Quase trinta anos se passaram…
Mas um dia, num Maio florido,
Do Céu voltaste – anunciaram.



Sofri outra vez, alvoroçado
E conta a lenda que encontraram
Meu barco em lágrimas afundado.

À Gena, Amor perdido e reencontrado,
num acaso da Vida e por vontade de Deus
Lisboa, 7 de Junho de 2007

Luís Teixeira da Mota

terça-feira, 10 de julho de 2007

Ausências

Estamos muito ausentes, o Borges Lopes está muito bem no País das Túlipas e os outros incluindo eu, que é feito deles. Nem uma vírgula ou um aceno temos feito. Já sei que poderemos dizer: estamos a ficar velhos e pensamos fazer sempre qualquer coisa no dia seguinte, só que a história é de círculo vicioso.

Não estamos velhos, “velhos só os trapos”. O que estamos é mais comodistas e pensamos que haverá sempre alguém que nos substitua, mas não podemos pensar assim porque corremos o risco de nos vulgarizarmos e passarmos a ser dependentes, coisa que em nós nunca aconteceu nem pode acontecer.

É muito saudável não ser vulgar, não que o vulgar seja ofensivo, mas é muito defensivo e pouco criativo. Temos de ser mais agressivos e mostrar que somos capazes de mais, participando e espevitando tudo e todos. No dia a dia somos confrontados com muitas e diversas formas de desafios que nos enriquecem o espírito, a mente e provocam o gosto pela comunicação.

Apesar de nos últimos tempos não ter colaborado muito neste Blogue, pelo facto apresento as minhas humildes desculpas, mas outras coisas muito importantes da minha vida e também a velha preguiça me impediram de o fazer.

Hoje acordei, e como todos os dias o faço, abro o SITE do Blogue e vejo mais uma vês que só a Ilda e a Severa honra lhes seja feita têm feito alguma coisa, não se esquecendo de dar os parabéns a alguém que fez ou vai fazer anos ou de escrever algo de útil e preciso. Fico preocupado porque todos nós os contribuidores do Blogue sem compromisso é verdade dissemos que não íamos esquecer esta via de comunicação.

No último encontro foi solicitado a todos pelo Borges Lopes colaboração. Esta não veio, mas nós que somos uma equipa vencedora e em equipas desta natureza não se mexe, aperfeiçoa-se e aumenta-se. Convido todos os leitores desta pequena crónica a fazerem as suas publicações neste espaço. Incluam nele tudo o que de bom acharem de interesse comum e global, pois isso alimenta não só o nosso Ego como deixa viva a nossa chama.

Vou estar de férias cerca de um mês a partir do dia 21 mas na minha pausa vou tentar alinhavar mais e melhor. Como vou aos Açores passar umas férias vou colher muita imagem, vou estar na Ilha Terceira numa altura de festas muito populares, depois publicarei fotos e sobre isso escreverei.

Por último, certamente haverá colegas que querem efectuar publicação de artigos ou crónicas, mas não conseguem porque não são contribuidores, para isso deverão possuir acesso que só o Borges Lopes como Administrador do Blogue o pode fazer. Penso que ainda esteja ausente, mas isso não impede de poderem publicar texto e ou imagem, se tal for podem enviar o que entenderem para o meu e-mail amandio@nunocaldeira.com que em vosso nome farei a publicação.

Um abraço a todos

sábado, 30 de junho de 2007

RECORDANDO O ALVARO E A MILÚ ATRAVÉS DA SUA FILHA VERA MÓNICA

A Vera Mónica, na minha casa a "Verinha", completou ontem dia 29 de Junho, mais um aniversário. Não te esquecemos e daqui te mandamos os nossos Parabéns, com votos de
longa vida, prosperidades e muito amor, por ti própria. Recordamos-te , recordando também os teus pais, meus colegas, meu amigos e meus compadres, que Deus já levou para o seu seio, mas recordados sempre com muita ternura e saudade.
Agora dedicamos esse nosso amor e esima a ti minha querida afilhada Verinha.
(A Verinha com o Padrinho Lui Simões)


V ( Alvaro e a Milú Batista) A Verinha em várias fotos
na s/meninice






A Milú com a s/Verinha


O n/Colega Alvaro Batista vcom a
"menina dos s/olhos", a Vera Mónica

quarta-feira, 27 de junho de 2007

Porque não ?!

Independentemente da realização do nosso Almoço/Convívio anual, do qual já não prescindimos, os Ex-BCA’s poderiam organizar encontros mais do que uma vez por ano.

Como estamos espalhados pelos quatro cantos de Portugal, poderíamos criar núcleos regionais onde pudéssemos realizar encontros culturais ou apenas de lazer; aí reuniríamos os moradores/habitantes dessa zona e outros que estivessem dispostos a deslocar-se até lá.

Estou a lembrar-me, por exemplo das “Amendoeiras em Flor”, espectáculo transmontano de enorme grandiosidade. Nestes casos contaríamos certamente com visitas guiadas pelos nossos Ex-colegas transmontanos, felizmente, ainda, um grupo grande e com bastante actividade. Este ano a CP, conjuntamente com transportes rodoviários, organizou, a partir de Fevereiro e com saída da Estação de S.Bento, várias excursões a essa zona de amendoeiras. Há muita documentação na internet, de divulgação e apoio a este evento.

Porque não uma deslocação ao Porto, segunda cidade do país, e ainda quase desconhecida para tanta gente? Aí o pessoal da zona do grande Porto, poderia “brilhar” mostrando aos seus ex-colegas do sul, as maravilhas da história, da arquitectura e já agora da gastronomia de que os amigos nortenhos tanto se orgulham.

Como primeira experiência, começaríamos pelo Norte. Depois, se resultasse, viríamos por aí abaixo, zona centro, Lisboa e arredores, Alentejo, Algarve e Ilhas.

Fica a sugestão.
Abraço a Todos

Agora vou preparar-me para uma deslocação de carro, até à Holanda. Depois conto…

( foto "site" - C.M.Vila Nova Foz Côa" )

domingo, 24 de junho de 2007

ANIVERSÁRIOS NO MÊS DE JUNHO

Pois por ser a "Mãe", como diz a Severa e no seguimento dos parabéns que aqui deixei dos n/Amigos e Colegas, Maria Paulina Cadeira Martins e João Nuno Paiva, não ficava bem comigo mesma se não assinalasse mais uns quantos colegas que neste mês festejaram o seu aniversário e que a seguir indico:
Em 5/06 - Maria Berenice Stela de Melo Bettencourt Faria Santos, que prestou serviço na Agência do BCA em Benguela.
Em 9/06 - O José António Rodrigues Travassos, que esteve na Sede em Luanda, onde passou pelas Secções de Contabilidade, Informações e Letras e que muitos de nós recordam.
Em 12/06 -o meu querido amigo e colega da Secção de Letras, Carlos Emanuel de Abreu e Silva Pires Madeira, antigo membro da equipa de hoquei do BCA, que este ano nos pregou a partida de ir para N.York na altura do n/Almoço Convívio. Se fosse eu, possìvelmente , faria o mesmo. Nao te condeno, apenas te dou um beijo de parabéns atrasado.
Em 14/06 -o inesquecível Telmo Tavares de Matos da Metrópole e Ultramar e já no final res-
ponsável pela Secção de Fianças.
Em 23/06 - o Altino Dias Teixeira de quem me lembro bem na Agência do Lobito e por úl-
timo também hoje, tal como o João Nuno Paiva, também o Dr. João da Silva Cardoso, hoje a resi-
dir nos Açores e que também colaborou na Sede do BCA.
Para todos, com um pedido de desculpa, por não o ter feito no dia próprio, os meus desejos de um Bom Aniversário, repleto de saúde e felicidade.
Mil beijinhos e muitos abraços da colega Ilda Simões.


JOÃO NUNO DA SILVA DE CASTRO E PAIVA

Parabéns e longa vida, para ti João Paiva, que o dia de hoje se vá repetindo, por longos e bons anos. Que vás envelhecendo lentamente e com muita saúde.
És um dos meus colegas, mais lembrados, na Secção de Depósitos e Posições.
Irmão do Agnelo e do Rogério Paiva, três irmãos que colaboraram connosco no
BCA.
Amigo do seu amigo e a pasar presentemente por um problema de saúde de um familiar, que o impossibiliou de estar presente no nosso Almoço Convívio de 19 de Maio de 2007.
Ser humano, com altas virtudes e alguns defeitos, como todos nós, mas sempre solidário com os
seus colegas e amigos.
Que tenhas a felicidade de passares o teu aniversário, feliz e contente, na companhia da tua mulher e demais familiares.
Estás sempre presente nas minhas lembranças e daqui te envio um grande beijo de parabéns por mais um ano de vida.
Tenho pena, mas não encontrei nenhuma foto, onde estivesse e que eu pudesse colocar aqui, para que todos os colegas se lembrassem de ti.
Mas recebes aqui a minha modesta homenagem neste dia. Beijos e um abraço fraterno da Ilda Simões.


sexta-feira, 22 de junho de 2007

MARIA PAULINA GAYO CALDEIRA MARTINS





No passado dia 19 de Junho, fui até ao Porto, mais um vez acompanhando o meu marido numa viagem de trabalho e só lá soube, porque por vezes a minha memória já me vai atraiçoando, que a nossa Colega e minha amiga pessoal de tantos anos era nesse dia bébé. Pois foi, festejou o seu Aniversário Natalício nesse dia.
Como não levei o portátil, fiquei impedida de a saudar publicamente, no s/Dia, através do n/Blo-
gue, mas não posso deixar de o recordar aqui, apesar de fora de tempo.
Minha colega, na Secção de Pessoal, durante muitos anos e grande ajuda da n/Assistente Social,
Julieta, em tudo o que ela necesitava, sempre pronta para dar o seu contributo, a nossa menina dos olhos claros, que ainda hoje são lindos e que ainda não envelheceu , é uma Colega de mão cheia e era uma profissional dedicadíssima ao nosso querido BCA.
No próprio dia eu tive o previlégio de lhe dar os parabéns, através do telefone, mas não quero deixar passar em branco o seu dia, deixando-lhe aqui mais um grande beijo de amizade e vo-
tos de que o mesmo se repita por muitos e longos anos, com muita saúde, rodeada de todos aqueles que lhe são tão queridos (seu marido, filhas, neto e irmão), por longos anos
Um beijo do tamanho do Mundo, para ti colega e amiga de sempre.
Da Ilda Simões.